2011. Vida nova!
Alguém disse vida nova? Porque para mim 2011 só significou vício novo.
Sem brincadeira, nas últimas 72 horas eu gastei 23 horas vendo The Good Wife. Ou seja, tenho até o dia 11 para tirar o meu atraso de 9 horas.
Fazendo uma análise bem mais longa do que no buzz (um acesso mais fácil e sem a bosta dos 140 caracteres do twitter), o "preconceito" que eu tinha com a Julianna Margulies foi embora. Como aqueça mulher atua, gezuiz! E como o Josh Charles é lindo. Já passou da hora da Mrs. Florrick mandar o Peter pra pqp e partir pra cima do bonitão. Trocar o maldito que a traiu com uma prostituta por um charmoso que tá apaixonadérrimo por ela, saca?
Maaas, como muita gente diria, eu tenho pé frio. Então assim como nos casos Addie & Noah (Private Practice), Addie & Alex (Grey's Anatomy), Chase & Cameron (House) e, o que mais me frustra nessa parafernalha inútil toda, Olivia & Elliot (Law & Order: SVU - 14 anos sem nada?), Will & Alicia is not gonna happen, people! Os produtores me odeiam e não vão de acordo com os meus "interesses", so let's move on (antes que fique algo descontrolado como em SVU). História engraçada essa do descontrole dos fãs de SVU no twitter (hahahahaha tadinha da Nancy), mas fica pra outro dia.
My bad, mas enquanto isso a Kalinda (Archie Panjabi) trabalha para o Peter, trabalha para o inimigo number one do Peter, o Child, trabalha para o FBI contra o Peter e o Child e é a melhor amiga da Alicia. What's going on with the producers lately?
Vejam, passei quase 1 dia inteiro (nos últimos 3) vendo uma série sem legenda com uns termos legais muito bizarros, então é mais que compreensível meus dialetos ingleses!
Diane Lockhart (Christine Baranski). Como eu amo essa mulher, lol. A mudança da Tanya (Mamma Mia!) pra Diane é de quebrar o queixo de qualquer um. Da viúva doida irritante para a advogada poderosa? Uau.
Há uns dois anos atrás, no final da segunda temporada de Private Practice, eu dizia que era a Addison. Claro que sem ser médica, sem ter o dinheiro dela e sem o ex-marido irritante chamado Derek Sheppard, aka McBoring (ou seria essa a Meredith?). Mas pelo problema de auto-estima, péssimo histórico de relacionamentos, tendência a sempre estragar tudo, dentre outros...
Daí me veio Liz Lemon e seu perfeccionismo, com problemas de auto-estima, péssimo histórico de relacionamentos, viciada em televisão, hiperativa, workaholic, para citar os principais.
Quando, bang!, comecei a ver House. Aí achei que tinha me encontrado. Perfeccionismo, sem problemas de auto-estima (mas nem formada eu sou, é difícil ser tão forte quanto o House), mais que péssimo histórico de relacionamentos, sarcástico, arrogante, hiperativo, workaholic, muito prepotente... Oh my God, atingi o fundo do poço!
Volto ao normal, será? Tá certo que não sou casada, em particular não sou casada com um states attorney corrupto e mau caráter, não tenho dois filhos (quase filhos, mas não filhos de verdade), não tenho uma sogra chata, não sou advogada, não tenho um pseudo-caso com o meu chefe... mas acredito que encontrei meu verdadeiro eu (lol). Não é na verdade o que a Alicia tem, mas como ela é. Perfeccionista, sincera, protetora, honesta, dedicada, workaholic, transparente, fechada, muitoooo fechada. Sem um problema de auto-estima, mas com problemas de auto-estima por ser perfeccionista. Cara de brava, como dizem, mas com uma característica que é letal: o calo. Pise no calo que ela fica transparente e foge para não ter que se abrir.
Podem pensar que eu estou bêbada, sei lá, mas eu estou apenas enfrentando um momento de falta de vontade de estudar. E como o meu Wilson está fora do país, eu vejo séries, fico acordada até 3 da manhã e viajo demaaaaaaaaais! Any problem with that?
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Melhores do ano?
Estava andando por aí algum dia desses quando vi a lista de indicados aos prêmios que todo ano acontecem em janeiro/fevereiro. Daí decidi fazer a minha premiação (grande bosta) dos melhores do ano. Na verdade, não é bem melhores do ano e sim melhores da última temporada, que foi de set/2009 a set/2010, ou seja, pegando todas as temporadas completas das séries. Chamemos esse premio de Ghost.
Não tenho um monólogo engraçado, mas tenho nomes de atores e filmes e séries e meus favoritos. Mas daí meu bom senso teve que prevalecer porque ninguém merece uma premiação que além de fictícia é absurdamente injusta.
Dos nomes individuais, temos três atores com duas indicações: Alec Baldwin (melhor ator coadjuvante e melhor ator em série - comédia, Marion Cotillard (melhor atriz e melhor atriz coadjuvante) e Matt Damon (melhor ator coadjuvante e melhor ator coadjuvante em série - comédia).
Já nos filmes, "Inception" com 5 indicações, "Inglorious Bastards" e "The Last Station" com 3, "Nine", "Julie & Julia" e "Up In The Air" com 2.
Nas séries, "30 Rock" com 7 indicações, "Modern Family", "Friday Night Lights" com 4, "House, M.D." com 3, "Web Theraphy", "Californication", "The New Adventures of Old Christine", "Law & Order: Special Victims Unit", "Private Practice", "Criminal Minds", "The Good Wife" e "The Office" com 2.
Agora sério, esses nomes são os que eu considero os melhores em cada categoria.
**BEST SUPPORTING ACTOR IN A DRAMA SERIES**
E os indicados são:
Josh Charles, "The Good Wife";
Joshua Jackson, "Fringe";
Robert Sean Leonard, "House, M.D";
Chris Lowell, "Private Practice";
Aaron Paul, "Breaking Bad".
And the Ghost goes to... Aaron Paul, "Breaking Bad".
**BEST SUPPORTING ACTRESS IN A COMEDY SERIES**
E as indicadas são:
Jane Krakowski, "30 Rock";
Julianne Moore, "30 Rock";
Holland Taylor, "Two and a Half Men";
Sofia Vergara, "Modern Family";
Kristen Wiig, "Saturday Night Live".
And the Ghost goes to... Julianne Moore, "30 Rock".
**BEST SUPPORTING ACTOR IN A COMEDY SERIES**
E os indicados são:
Matt Damon, "30 Rock";
Jesse Tyler Ferguson, "Modern Family";
John Krasinski, "The Office";
Jack McBrayer, "30 Rock";
Eric Sonestreet, "Modern Family".
And the Ghost goes to... Eric Sonestreet, "Modern Family".
**BEST SUPPORTING ACTOR IN A MOVIE**
E os indicados são:
Alec Baldwin, "It's Complicated";
Matt Damon, "Invictus";
Woody Harrelson, "The Messenger";
Stanley Tucci, "The Lovely Bones";
Christoph Waltz, "Inglorious Bastards".
And the Ghost goes to... Christoph Waltz, "Inglorious Bastards".
**BEST SUPPORTING ACTRESS IN A DRAMA SERIES**
E as indicadas são:
Christine Baranski, "The Good Wife";
Amy Brenemman, "Private Practice";
Lisa Edelstein, "House, M.D.";
Sharon Stone, "Law & Order: Special Victims Unit";
Aimee Teegarden, "Friday Night Lights".
And the Ghost goes to... Amy Brenemman, "Private Practice".
**BEST SUPPORTING ACTRESS IN A MOVIE**
E as indicadas são:
Amy Adams, "Julie & Julia";
Marion Cotillard, "Inception";
Mo'Nique, "Precious";
Ellen Page, "Inception";
Amanda Seyfried, "Chloe".
And the Ghost goes to... Amanda Seyfried, "Chloe".
**BEST ACTRESS IN A DRAMA SERIES**
E as indicadas são:
Connie Britton, "Friday Night Lights";
Mariska Hargitay, "Law & Order: Special Victims Unit";
Julianna Margulies, "The Good Wife";
Kyra Sedgwick, "The Closer";
Kate Walsh, "Private Practice".
And the Ghost goes to... Connie Britton, "Friday Night Lights".
**BEST ACTOR IN A MOVIE**
E os indicados são:
Jeff Bridges, "Crazy Heart";
George Clooney, "Up In The Air";
Leonardo di Caprio, "Inception";
Collin Firth, "A Single Man";
Christopher Plummer, "The Last Station".
And the Ghost goes to... Jeff Bridges, "Crazy Heart".
**BEST ACTOR IN A COMEDY SERIES**
E os indicados são:
Alec Baldwin, "30 Rock";
Steve Carrell, "The Office";
David Duchovny, "Californication";
Zachary Levi, "Chuck";
Jim Parsons, "The Big Bang Theory".
And the Ghost goes to... Alec Baldwin, "30 Rock".
**BEST DIRECTOR**
E os indicados são:
Katherine Bigelow, "The Hurt Locker";
Michael Hoffman, "The Last Station";
Rob Marshall, "Nine";
Christopher Nolan "Inception";
Quentin Tarantino, "Inglorious Bastards".
And the Ghost goes to... Katherine Bigelow, "The Hurt Locker".
**BEST ACTOR IN A DRAMA SERIES**
Simon Baker, "The Mentalist";
Kyle Chandler, "Friday Night Lights";
Thomas Gibson, "Criminal Minds";
Michael C. Hall, "Dexter";
Hugh Laurie, "House, M.D.".
And the Ghost goes to... Michael C. Hall, "Dexter".
**BEST ACTRESS IN A COMEDY SERIES**
E as indicadas são:
Toni Collete, "United States of Tara";
Tina Fey, "30 Rock";
Lisa Kudrow, "Web Theraphy";
Julia Louis-Dreyfus, "The New Adventures of Old Christine";
Amy Poehler, "Parks And Recreation".
And the Ghost goes to... Lisa Kudrow, "Web Theraphy".
**BEST ACTRESS IN A MOVIE**
E as indicadas são:
Marion Cotillard, "Nine";
Helen Mirren, "The Last Station";
Carey Mulligan, "An Education";
Meryl Streep, "Julie & Julia";
Catherine Zeta-Jones, "The Rebound".
And the Ghost goes to... Helen Mirren, "The Last Station".
**BEST DRAMA SERIES**
E as indicadas são:
Criminal Minds;
Dexter;
Friday Night Lights;
House, M.D.;
The Good Wife.
And the Ghost goes to... "Friday Night Lights".
**BEST COMEDY SERIES**
E as indicadas são:
"30 Rock";
"Californication";
"Modern Family";
"Saturday Night Live";
"The New Adventures of Old Christine".
And the Ghost goes to... "30 Rock".
*BEST MOVIE**
E os indicados são:
Inception;
Inglorious Bastards;
Kick Ass;
The Hurt Locker;
Up In The Air.
And the Ghost goes to... "Inception".
Não tenho um monólogo engraçado, mas tenho nomes de atores e filmes e séries e meus favoritos. Mas daí meu bom senso teve que prevalecer porque ninguém merece uma premiação que além de fictícia é absurdamente injusta.
Dos nomes individuais, temos três atores com duas indicações: Alec Baldwin (melhor ator coadjuvante e melhor ator em série - comédia, Marion Cotillard (melhor atriz e melhor atriz coadjuvante) e Matt Damon (melhor ator coadjuvante e melhor ator coadjuvante em série - comédia).
Já nos filmes, "Inception" com 5 indicações, "Inglorious Bastards" e "The Last Station" com 3, "Nine", "Julie & Julia" e "Up In The Air" com 2.
Nas séries, "30 Rock" com 7 indicações, "Modern Family", "Friday Night Lights" com 4, "House, M.D." com 3, "Web Theraphy", "Californication", "The New Adventures of Old Christine", "Law & Order: Special Victims Unit", "Private Practice", "Criminal Minds", "The Good Wife" e "The Office" com 2.
Agora sério, esses nomes são os que eu considero os melhores em cada categoria.
**BEST SUPPORTING ACTOR IN A DRAMA SERIES**
E os indicados são:
Josh Charles, "The Good Wife";
Joshua Jackson, "Fringe";
Robert Sean Leonard, "House, M.D";
Chris Lowell, "Private Practice";
Aaron Paul, "Breaking Bad".
And the Ghost goes to... Aaron Paul, "Breaking Bad".
**BEST SUPPORTING ACTRESS IN A COMEDY SERIES**
E as indicadas são:
Jane Krakowski, "30 Rock";
Julianne Moore, "30 Rock";
Holland Taylor, "Two and a Half Men";
Sofia Vergara, "Modern Family";
Kristen Wiig, "Saturday Night Live".
And the Ghost goes to... Julianne Moore, "30 Rock".
**BEST SUPPORTING ACTOR IN A COMEDY SERIES**
E os indicados são:
Matt Damon, "30 Rock";
Jesse Tyler Ferguson, "Modern Family";
John Krasinski, "The Office";
Jack McBrayer, "30 Rock";
Eric Sonestreet, "Modern Family".
And the Ghost goes to... Eric Sonestreet, "Modern Family".
**BEST SUPPORTING ACTOR IN A MOVIE**
E os indicados são:
Alec Baldwin, "It's Complicated";
Matt Damon, "Invictus";
Woody Harrelson, "The Messenger";
Stanley Tucci, "The Lovely Bones";
Christoph Waltz, "Inglorious Bastards".
And the Ghost goes to... Christoph Waltz, "Inglorious Bastards".
**BEST SUPPORTING ACTRESS IN A DRAMA SERIES**
E as indicadas são:
Christine Baranski, "The Good Wife";
Amy Brenemman, "Private Practice";
Lisa Edelstein, "House, M.D.";
Sharon Stone, "Law & Order: Special Victims Unit";
Aimee Teegarden, "Friday Night Lights".
And the Ghost goes to... Amy Brenemman, "Private Practice".
**BEST SUPPORTING ACTRESS IN A MOVIE**
E as indicadas são:
Amy Adams, "Julie & Julia";
Marion Cotillard, "Inception";
Mo'Nique, "Precious";
Ellen Page, "Inception";
Amanda Seyfried, "Chloe".
And the Ghost goes to... Amanda Seyfried, "Chloe".
**BEST ACTRESS IN A DRAMA SERIES**
E as indicadas são:
Connie Britton, "Friday Night Lights";
Mariska Hargitay, "Law & Order: Special Victims Unit";
Julianna Margulies, "The Good Wife";
Kyra Sedgwick, "The Closer";
Kate Walsh, "Private Practice".
And the Ghost goes to... Connie Britton, "Friday Night Lights".
**BEST ACTOR IN A MOVIE**
E os indicados são:
Jeff Bridges, "Crazy Heart";
George Clooney, "Up In The Air";
Leonardo di Caprio, "Inception";
Collin Firth, "A Single Man";
Christopher Plummer, "The Last Station".
And the Ghost goes to... Jeff Bridges, "Crazy Heart".
**BEST ACTOR IN A COMEDY SERIES**
E os indicados são:
Alec Baldwin, "30 Rock";
Steve Carrell, "The Office";
David Duchovny, "Californication";
Zachary Levi, "Chuck";
Jim Parsons, "The Big Bang Theory".
And the Ghost goes to... Alec Baldwin, "30 Rock".
**BEST DIRECTOR**
E os indicados são:
Katherine Bigelow, "The Hurt Locker";
Michael Hoffman, "The Last Station";
Rob Marshall, "Nine";
Christopher Nolan "Inception";
Quentin Tarantino, "Inglorious Bastards".
And the Ghost goes to... Katherine Bigelow, "The Hurt Locker".
**BEST ACTOR IN A DRAMA SERIES**
Simon Baker, "The Mentalist";
Kyle Chandler, "Friday Night Lights";
Thomas Gibson, "Criminal Minds";
Michael C. Hall, "Dexter";
Hugh Laurie, "House, M.D.".
And the Ghost goes to... Michael C. Hall, "Dexter".
**BEST ACTRESS IN A COMEDY SERIES**
E as indicadas são:
Toni Collete, "United States of Tara";
Tina Fey, "30 Rock";
Lisa Kudrow, "Web Theraphy";
Julia Louis-Dreyfus, "The New Adventures of Old Christine";
Amy Poehler, "Parks And Recreation".
And the Ghost goes to... Lisa Kudrow, "Web Theraphy".
**BEST ACTRESS IN A MOVIE**
E as indicadas são:
Marion Cotillard, "Nine";
Helen Mirren, "The Last Station";
Carey Mulligan, "An Education";
Meryl Streep, "Julie & Julia";
Catherine Zeta-Jones, "The Rebound".
And the Ghost goes to... Helen Mirren, "The Last Station".
**BEST DRAMA SERIES**
E as indicadas são:
Criminal Minds;
Dexter;
Friday Night Lights;
House, M.D.;
The Good Wife.
And the Ghost goes to... "Friday Night Lights".
**BEST COMEDY SERIES**
E as indicadas são:
"30 Rock";
"Californication";
"Modern Family";
"Saturday Night Live";
"The New Adventures of Old Christine".
And the Ghost goes to... "30 Rock".
*BEST MOVIE**
E os indicados são:
Inception;
Inglorious Bastards;
Kick Ass;
The Hurt Locker;
Up In The Air.
And the Ghost goes to... "Inception".
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Awards, part 1
Tanta coisa aconteceu comigo nesses últimos tempos e às vezes me pergunto se mereço. Para exemplificar algumas dessas coisas, um dos meus professores me disse que sou uma aluna exemplo, todo sábado me elogiam por cantar bem, passei na prova da Escola de Idiomas e vou aprender francês (finalmente vou conseguir ver "Julie & Julia" sem legenda), dentre outros...
Esse último fato, em particular o mais recente, me fez pensar em uma frase dita por uma mulher só um pouquinho talentosa que eu odeio.
"There are some days when I myself think I'm overated... but NOT today!"
Daí procurei o vídeo disso e, como conseqüência, vi mais uns 5 ou 6. Então venho aqui postar a primeira seção de final de ano com os discursos que mais gosto dela, começando com o do Emmy Awards, em 2004, na categoria melhor atriz em minissérie por "Angels in America".
"Angels in America" é perfeito. E também o único trabalho que gosto do Al Pacino.
Agora... como alguém pode não gostar dessa mulher? Olha o discurso dela! A Halle Berry uma vez disse que a Meryl é um tesouro mundial. Jóia rara. Eu amo essa mulher de um jeito que nem sei explicar. É um modelo de simplicidade, de talento, de perseverança, de humildade para todos. "And I can sing this just as well"...
Seguindo com o Golden Globe 2007, categoria melhor atriz - comédia ou musical por "The devil wears Prada".
O que eu mais gosto desse discurso é da interação dela com o público. Ela é realmente amada por todas aquelas estrelas. E sempre são uns cinco minutos de uma mulher que nunca é entediante. "Delicious Emily Blunt. Darling Anne Hathaway. Dreadful Stanley Tucci...".
E com a menção a Stanley Tucci eu passo a algo que não é bem um award. É uma apresentação de prêmio à carreira do Stanley, um velho e bom amigo dela. Não vou comentar muito porque estraga a graça. Vejam e se divirtam com a lady.
A mulher tá bêbada, damn it! Hahahahaha. Amoooo. Ela e o Stanley juntos são muito engraçados. Não vejo a hora de "Mommy & Me" sair! E também lembro da apresentação dele no Oscar. Ahhhh, que tristeza isso ainda me dá. Estava vendo o vídeo... mas além de me recusar a ver inteiro, não vou colocar aqui. É tão triste que me sinto até mal. Maaasss... Olê-lê, olá-lá, Margareth Thatcher vem aí e o bicho vai pegar. Go Meryl!
A seguir, o Golden Globe de 2003, categoria melhor atriz coadjuvante por "Adaptation" (tenho uma paixão platônica por esse filme).
Se não me engano, depois do Oscar de melhor atriz em 1982 por "Sophie's Choice" esse foi o primeiro award dela. Podemos dizer o que disso? O filme é maravilhoso. Perfeito. Uma verdadeira obra de arte. E acredito que é a obra de arte mais recente que temos.
Já que tive a péssima lembrança do Oscar, vou terminar com a transcrição do discurso do Stanley sobre ela. É sendo a maneira perfeita de terminar o post. Eu gostaria de ser uma matemática com 1/3 do talento dela de atriz.
Meryl... what can I say? That like most people in the world I've been in love with you for years, that the two movies we did together were the highlights of my career, that you were brilliant in both of them as you are in everything that the mental of the most aclaimed film actress of our time could not be warmed with more grace and humililty. But everyone already knows that. What they don't know is your kindness, your collaborate nature, your great good humor, those things make you a dream to work with and a wonderful friend.
It is in the area of awards and accolades, however, that you show a certain, how can I say this, a certain selfishness that is unseemingly. That is why I have speer aheaded a movement in the Academy to cap the number of nominations per actor at sixteen. Which means that this could be the last time that anyone will have to stand up here and say, despite their personal feelings, that Meryl Streep is quite simply the best.
Esse último fato, em particular o mais recente, me fez pensar em uma frase dita por uma mulher só um pouquinho talentosa que eu odeio.
"There are some days when I myself think I'm overated... but NOT today!"
Daí procurei o vídeo disso e, como conseqüência, vi mais uns 5 ou 6. Então venho aqui postar a primeira seção de final de ano com os discursos que mais gosto dela, começando com o do Emmy Awards, em 2004, na categoria melhor atriz em minissérie por "Angels in America".
"Angels in America" é perfeito. E também o único trabalho que gosto do Al Pacino.
Agora... como alguém pode não gostar dessa mulher? Olha o discurso dela! A Halle Berry uma vez disse que a Meryl é um tesouro mundial. Jóia rara. Eu amo essa mulher de um jeito que nem sei explicar. É um modelo de simplicidade, de talento, de perseverança, de humildade para todos. "And I can sing this just as well"...
Seguindo com o Golden Globe 2007, categoria melhor atriz - comédia ou musical por "The devil wears Prada".
O que eu mais gosto desse discurso é da interação dela com o público. Ela é realmente amada por todas aquelas estrelas. E sempre são uns cinco minutos de uma mulher que nunca é entediante. "Delicious Emily Blunt. Darling Anne Hathaway. Dreadful Stanley Tucci...".
E com a menção a Stanley Tucci eu passo a algo que não é bem um award. É uma apresentação de prêmio à carreira do Stanley, um velho e bom amigo dela. Não vou comentar muito porque estraga a graça. Vejam e se divirtam com a lady.
A mulher tá bêbada, damn it! Hahahahaha. Amoooo. Ela e o Stanley juntos são muito engraçados. Não vejo a hora de "Mommy & Me" sair! E também lembro da apresentação dele no Oscar. Ahhhh, que tristeza isso ainda me dá. Estava vendo o vídeo... mas além de me recusar a ver inteiro, não vou colocar aqui. É tão triste que me sinto até mal. Maaasss... Olê-lê, olá-lá, Margareth Thatcher vem aí e o bicho vai pegar. Go Meryl!
A seguir, o Golden Globe de 2003, categoria melhor atriz coadjuvante por "Adaptation" (tenho uma paixão platônica por esse filme).
Se não me engano, depois do Oscar de melhor atriz em 1982 por "Sophie's Choice" esse foi o primeiro award dela. Podemos dizer o que disso? O filme é maravilhoso. Perfeito. Uma verdadeira obra de arte. E acredito que é a obra de arte mais recente que temos.
Já que tive a péssima lembrança do Oscar, vou terminar com a transcrição do discurso do Stanley sobre ela. É sendo a maneira perfeita de terminar o post. Eu gostaria de ser uma matemática com 1/3 do talento dela de atriz.
Meryl... what can I say? That like most people in the world I've been in love with you for years, that the two movies we did together were the highlights of my career, that you were brilliant in both of them as you are in everything that the mental of the most aclaimed film actress of our time could not be warmed with more grace and humililty. But everyone already knows that. What they don't know is your kindness, your collaborate nature, your great good humor, those things make you a dream to work with and a wonderful friend.
It is in the area of awards and accolades, however, that you show a certain, how can I say this, a certain selfishness that is unseemingly. That is why I have speer aheaded a movement in the Academy to cap the number of nominations per actor at sixteen. Which means that this could be the last time that anyone will have to stand up here and say, despite their personal feelings, that Meryl Streep is quite simply the best.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Just dance.
Não quero me alongar. E nem vou.
Mommy diz que eu estou errada em agir como estou agindo.
Nunca fui dependente e não vai ser agora que serei.
Daí, Andy, vc me pergunta a razão da minha mudança do bacharelado para a licenciatura. Terminando a licenciatura, eu fujo de mais 6 anos sempre tendo que arcar com a culpa e a responsabilidade de tudo.
Não devo voltar antes do Natal, talvez não deva escrever antes do ano novo. Então antes que me esqueça...
"Have a lousy Christmas and a crappy New Year"...
Mommy diz que eu estou errada em agir como estou agindo.
Nunca fui dependente e não vai ser agora que serei.
Daí, Andy, vc me pergunta a razão da minha mudança do bacharelado para a licenciatura. Terminando a licenciatura, eu fujo de mais 6 anos sempre tendo que arcar com a culpa e a responsabilidade de tudo.
Não devo voltar antes do Natal, talvez não deva escrever antes do ano novo. Então antes que me esqueça...
"Have a lousy Christmas and a crappy New Year"...
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Maybe, baby...
Queria tanto gravar essa música. Acho que vou jogar a idéia pro Alex amanhã e faço backing vocal pra ele.
Every Christmas I come back to this town
I come looking through some lost and found
Wondering if you're still hanging around down here
With the holiday lights they line these streets
Where I once loved you and you once loved me
I'm sorry, it just gets to me
I wonder if I called up your house
If your momma would let you out?
Maybe, baby
I'll see you this Christmas, what do you say
Or maybe, baby
I"ll see you on New Year's Day
I remember your eyes with the snow outside
You said, "This place always looked a little better in white."
I wanna look up and see your face one more time
Feels like the clock stopped ticking the day that I left
I think of you and I still catch my breath
I'm sorry, you just get to me
I wonder if you'll be going out
There's only one party in this town
Maybe, baby
I'll see you this Christmas
I hope and pray
Or maybe, baby
I'll see you on New Year's Day
Baby, it's so strange being back here again
I keep running into all of our old friends
This whole town ringing one more year
I don't wanna let this feeling disappear
I pray that you might be her tonight
And there you were standing, shining underneath that light
Screaming at the ball on the TV counting down
Streamers and papers piling up on the ground
Baby, did you come here alone?
Are you maybe looking for someone?
To kiss you?
God, I've missed you
Maybe, baby, we didn't get Christmas
But if you stay
Or maybe, baby
We could have New Year's Day
Maybe,
Maybe, maybe
Every Christmas I come back to this town
I come looking through some lost and found
Wondering if you're still hanging around down here
With the holiday lights they line these streets
Where I once loved you and you once loved me
I'm sorry, it just gets to me
I wonder if I called up your house
If your momma would let you out?
Maybe, baby
I'll see you this Christmas, what do you say
Or maybe, baby
I"ll see you on New Year's Day
I remember your eyes with the snow outside
You said, "This place always looked a little better in white."
I wanna look up and see your face one more time
Feels like the clock stopped ticking the day that I left
I think of you and I still catch my breath
I'm sorry, you just get to me
I wonder if you'll be going out
There's only one party in this town
Maybe, baby
I'll see you this Christmas
I hope and pray
Or maybe, baby
I'll see you on New Year's Day
Baby, it's so strange being back here again
I keep running into all of our old friends
This whole town ringing one more year
I don't wanna let this feeling disappear
I pray that you might be her tonight
And there you were standing, shining underneath that light
Screaming at the ball on the TV counting down
Streamers and papers piling up on the ground
Baby, did you come here alone?
Are you maybe looking for someone?
To kiss you?
God, I've missed you
Maybe, baby, we didn't get Christmas
But if you stay
Or maybe, baby
We could have New Year's Day
Maybe,
Maybe, maybe
Marcadores:
Gold and Green,
Jennifer Nettles,
Kristian Bush,
Sugarland
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Precisa de um título?
Não estou com muita vontade de escrever. Nem de estudar.
Abri o Dubrovin algumas horas atrás e fiquei lendo... mas sabe quando se lê e na verdade não leu nada?
Não sei o que está acontecendo comigo no momento. Estou numa fase tão zen, tão serena, que até eu mesma me estranho. Acho que sair da UFABC (férias \o/), afastar-me de tudo que vivo durante o ano me fez bem.
Não, talvez até mesmo durante o quadrimestre eu estava tranqüila. Tudo o que fiz (e não fiz) me ajudou a entender o meu problema. E, mais do que isso, ajudou-me a conseguir suportar as terças e quintas.
Hoje eu sou uma pessoa diferente. Ainda com problemas emocionais e sentimentais, mas, pela primeira vez em anos, livre. Uma pessoa capaz de se sensibilizar com o sentimento alheio e, o mais importante, capaz de amar.
Não sei a razão de ter escrito tudo isso. A intenção não era essa. Abaixo, um trecho do meu livro.
Abri o Dubrovin algumas horas atrás e fiquei lendo... mas sabe quando se lê e na verdade não leu nada?
Não sei o que está acontecendo comigo no momento. Estou numa fase tão zen, tão serena, que até eu mesma me estranho. Acho que sair da UFABC (férias \o/), afastar-me de tudo que vivo durante o ano me fez bem.
Não, talvez até mesmo durante o quadrimestre eu estava tranqüila. Tudo o que fiz (e não fiz) me ajudou a entender o meu problema. E, mais do que isso, ajudou-me a conseguir suportar as terças e quintas.
Hoje eu sou uma pessoa diferente. Ainda com problemas emocionais e sentimentais, mas, pela primeira vez em anos, livre. Uma pessoa capaz de se sensibilizar com o sentimento alheio e, o mais importante, capaz de amar.
Não sei a razão de ter escrito tudo isso. A intenção não era essa. Abaixo, um trecho do meu livro.
E assim, todos nós a observávamos. Não parecia a tão idolatrada Marianne Stamp. Seus olhos, que normalmente pareciam pedaços do céu, estavam sem brilho e rapidamente havia envelhecido algumas décadas. Nada daquilo me comovia e não parecia me importar se por trás daquilo havia sofrimento. Estava zangado.
Curiosamente um homem estranho se aproximou dela. Em suas mãos, um pedaço de papel. Pedir o telefone naquele momento? Coitado...
— Com licença, Miss Stamp. A senhorita poderia me dar um autógrafo?
Acredito que perplexidade descreva o momento. Todos foram nocauteados com a pergunta, inclusive a própria Marianne, que franziu as sobrancelhas e calmamente retrucou:
— E por quê?
Pressenti a destruição generalizada.
— A senhorita é uma celebridade.
— Não, não sou.
O homem apenas sorria e praticamente empurrava o papel para cima dela.
— É, talvez, a pessoa mais famosa da Inglaterra.
— Mil desculpas, senhor, mas está me confundindo com outra Stamp.
— Não estou. Marianne Stamp.
Pus-me de pé. Uma bomba atômica estava prestes a detonar o navio.
— A famosa...
— Sir, acho melhor se retirar. — disse, já bem próximo à cena.
— Thomas Felder? — continuou o homem, com um brilho ainda maior em seus olhos.
Nunca havia visto aquele ser em toda a minha vida. Um psicopata que perseguia Marianne? O que a Inglaterra estava fazendo com nossas vidas?
— Por favor, Sir — continuei —, deixe-a em paz.
Felizmente obedeceu minhas súplicas e saiu reclamando que os ídolos ignoram os fãs. Loucura? No way. Quase a descoberta do ano? Absolutely.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
I'm not gonna write you a love song!
Acho que nunca escrevi sobre o atual tema do blog.
"Word came through in a letter."
Acredito que seja o início de música mais bonito que eu já escutei. "Bluebird" é a última música do Kaleidoscope Heart, segundo (terceiro se levarmos em consideração o Careful Confessions) álbum da Sara Bareilles, e fala sobre conseguir se libertar. Não sei ao certo do que a Sara queria se libertar, mas cada um pode se libertar de coisas diferentes.
Tenho uma admiração muito grande pela Sara e meus motivos não são poucos. Além de excepcional cantora e pianista, é uma compositora muito, mas muito boa. O piano meio anos 50 é contagiante e o ritmo é grudento e bem elaborado. Não tem exageros, não tem enfeites. É simples e forte. As letras podem falar sobre a melação de sempre, mas é difícil não gostar do que ela escreve. Novamente, é simples e forte.
Minha música de agora no windows media player reflete isso:
Leave unsaid, unspoken
Eyes wide shut, unopened
You and me, always between the lines
[...]
I tell myself all the words he surely meant to say
I talk until conversation doesn't stay on
Wait for me, I'm almost ready
When he meant let go
"Between the lines" é do Little Voice.
A música do vídeo a seguir é a mais famosa, e é por ela inclusive que a Sara é chamada de One-Hit-Wonder. Foi indicada a música do ano no Grammy de 2008. "Love song" é fantástica e, para variar, o piano é grudento.
Now playing: Sara Bareilles, "Morningside" (Live at Fillmore)
I could try to forget what you do when I let you get
Through to me but then you do it over again
I could rage like fire, you bring the rain I desire
Until you get to me on my morningside
Let me down you say never, baby blues don't you ever
I'm used to being one with the misfortune to find
Afternoons run for cover and full moons just wonder
What it looks like here on my morningside
"Word came through in a letter."
Acredito que seja o início de música mais bonito que eu já escutei. "Bluebird" é a última música do Kaleidoscope Heart, segundo (terceiro se levarmos em consideração o Careful Confessions) álbum da Sara Bareilles, e fala sobre conseguir se libertar. Não sei ao certo do que a Sara queria se libertar, mas cada um pode se libertar de coisas diferentes.
Tenho uma admiração muito grande pela Sara e meus motivos não são poucos. Além de excepcional cantora e pianista, é uma compositora muito, mas muito boa. O piano meio anos 50 é contagiante e o ritmo é grudento e bem elaborado. Não tem exageros, não tem enfeites. É simples e forte. As letras podem falar sobre a melação de sempre, mas é difícil não gostar do que ela escreve. Novamente, é simples e forte.
Minha música de agora no windows media player reflete isso:
Leave unsaid, unspoken
Eyes wide shut, unopened
You and me, always between the lines
[...]
I tell myself all the words he surely meant to say
I talk until conversation doesn't stay on
Wait for me, I'm almost ready
When he meant let go
"Between the lines" é do Little Voice.
A música do vídeo a seguir é a mais famosa, e é por ela inclusive que a Sara é chamada de One-Hit-Wonder. Foi indicada a música do ano no Grammy de 2008. "Love song" é fantástica e, para variar, o piano é grudento.
Now playing: Sara Bareilles, "Morningside" (Live at Fillmore)
I could try to forget what you do when I let you get
Through to me but then you do it over again
I could rage like fire, you bring the rain I desire
Until you get to me on my morningside
Let me down you say never, baby blues don't you ever
I'm used to being one with the misfortune to find
Afternoons run for cover and full moons just wonder
What it looks like here on my morningside
domingo, 5 de dezembro de 2010
As três músicas da minha vida
São as três músicas que me marcaram de alguma forma profunda, mas tão profunda que eu lembro só delas.
Train, "When I look to the sky".
Acho que essa música foi a última música que me marcou. E a que mais me marcou. O ano de 2007 foi difícil e essa música me deixava melhor, fazia com que as partes quebradas se juntassem. Mas levou um tempo até que o refrão não mais me fizesse chorar. "When I look to the sky, something tells me you're here with me and I can always find my way when you are here".
Roxette, "It must have been love".
A letra dessa música diz exatamente o quue eu passei a sentir depois de tudo o que aconteceu entre mim e o Gustavo. E também eu tenho uma "quedinha" por bandas suecas, né? "It must have been love, but it's over now, it was all that I wanted, now I'm living without".
Mariah Carey, "My all".
Essa é difícil de explicar. É algo meio fútil, meio irreal, sei lá. Foi quando eu aprendi a tocar essa música no piano. Eu passava os dias ou lendo Agatha Christie ou tocando piano. E essa época foi quando li "Curtain" ("Cai o pano"). Numa maneira não gay da música, ficou gravada na minha cabeça como o Hastings chorando a morte do Poirot. Ou então eu ouvi a música nas páginas onde o Poirot se mata. Sério, lembro do negócio ter sido mais estranho do que em "And then there were none" ("O caso dos dez negrinhos"). Passei alguns dias sem conseguir dormir e sempre lembrando da música.
Train, "When I look to the sky".
Acho que essa música foi a última música que me marcou. E a que mais me marcou. O ano de 2007 foi difícil e essa música me deixava melhor, fazia com que as partes quebradas se juntassem. Mas levou um tempo até que o refrão não mais me fizesse chorar. "When I look to the sky, something tells me you're here with me and I can always find my way when you are here".
Roxette, "It must have been love".
A letra dessa música diz exatamente o quue eu passei a sentir depois de tudo o que aconteceu entre mim e o Gustavo. E também eu tenho uma "quedinha" por bandas suecas, né? "It must have been love, but it's over now, it was all that I wanted, now I'm living without".
Mariah Carey, "My all".
Essa é difícil de explicar. É algo meio fútil, meio irreal, sei lá. Foi quando eu aprendi a tocar essa música no piano. Eu passava os dias ou lendo Agatha Christie ou tocando piano. E essa época foi quando li "Curtain" ("Cai o pano"). Numa maneira não gay da música, ficou gravada na minha cabeça como o Hastings chorando a morte do Poirot. Ou então eu ouvi a música nas páginas onde o Poirot se mata. Sério, lembro do negócio ter sido mais estranho do que em "And then there were none" ("O caso dos dez negrinhos"). Passei alguns dias sem conseguir dormir e sempre lembrando da música.
domingo, 21 de novembro de 2010
Mamma Mia! (Ato I) -- São Paulo
Hoje eu posso dizer com todas as letras: O MELHOR DIA DA MINHA VIDA.
Passei por momento parecido na Virada Cultural, mas não se compara. Não tem como. Para começar, a primeira vez a gente nunca esquece.
Semana passada comprei meu ingresso pela Tickets 4 Fun no Balcão A, fileira B, poltrona 4. Não sabia se era um bom lugar, porque é no alto e talvez fosse bastante longe do palco. Estava muito ansiosa.
Saí de casa hoje 13:00, esperando que chegasse na Praça da Sé lá pelas 14:00 e no teatro 14:30. Pff, engano dos grandes, uma vez que cheguei na Sé 13:30 e no Teatro Abril 13:40. Ou seja, mais de duas horas esperando.
Na loja de lembranças encontrei algo que me deixou encantada: o Super Troupers. Poxa, dvd lançado há 30 dias na Europa, esperado há 5 anos. O problema foi o preço: 70 reais. Absurdamente caro! Enfim.
15:00 os portões abriram. Foi meio estranho ver os cartazes. A Rachel Ripani (Tanya) é uma versão da Christina Baranski mais nova, o que não foi estranho, mas olhar a Andrezza Massei (Rosie) no lugar da Julie Walters foi bizarro. Elas não têm nada a ver.
Mas mal eu sabia que veria Kiara Sasso (Donna Sheriddan) no lugar da Meryl Streep. Aí foi onde quase morri. A Donna tem uns 40 anos e a Meryl quando a interpretou estava prestes a fazer 60. Pela conservação da Meryl, teve como parecer normal. Mas no caso da Kiara não tem. Ela deve ter uns 30 anos e nunca vai parecer quarentona. Nunca. Já tinha lido a respeito dessa diferença, mas enfim... foi bem estranho.
Saulo Vasconcelos (Sam Carmichael) me deixou alegre. Só o fato de não ter que escutar o Pierce Brosnan "cantando" fez meu dia.
Antes de começar, anunciaram que a Kiara não faria parte do espetáculo, o que quase fez o teatro ir abaixo. Heloísa de Palma seria sua substituta. A Kiara é considerada a melhor atriz teatral do Brasil e queria que ela tivesse atuado.
Não sabia quem era a Sophie da vez, mas assim que o espetáculo começou e a Pati Amoroso começou a cantar "I have a dream" ("Um sonho meu"), eu já sabia que seria fantástico. A menina canta horrores. Deu umas semitonadas e tal, mas canta muito.
A história é a mesma de sempre: Sophie quer que seu pai esteja presente em seu casamento, mas como não sabe qual dos três homens presentes no diário de Donna é, convida os três.
Eu tinha a impressão de que seria uma merda. Música do ABBA traduzida? Só podia dar errado. "Um sonho meu" já acabou comigo logo no início. Lindo, lindo, lindo.
O tom de humor que deram foi fantástico. Pegaram aquele roteiro porco do filme e deram um toque tão bacana que eu me surpreendi. E foi assim que "Honey, Honey" trouxe a história: na voz da Pati com backing vocals da Priscila Marques (Ali) e Raquel Paulin (Lisa).
Aí são introduzidas as Dinamos: Rachel como Tanya, Andrezza como Rosie e Heloísa como Donna. Cantando "Money, money, money", a Heloísa começou mais ou menos como a Pati, desafinando um pouquinho. O nervosismo dela era óbvio, porque uma oportunidade de se apresentar para um teatro lotado (1500 pessoas) é quase única na vida. Música bem fiel, com uma tradução impecável. So far, so good.
Próximos: Carlos Arruza (Bill), Cleto Baccic (Harry) e Saulo Vasconcelos (Sam) conhecendo a Sophie para então cantar "Thank you for the music" ("Eu agradeço"). Foi uma das músicas que menos gostei, mas é porque amo a original e a emoção da Agnetha cantando é outro nível.
É quando a Donna vê, cantarolando "Fernando", que os três homens de sua vida estão na ilha. "Mamma Mia" foi a música que me deixou apaixonada pela Heloísa. Vocalmente ok, mas com uma puta interpretação. Foi onde também reparei no cenário: simples, apenas dois ambientes, mas de uma utilidade que só vendo. Era ambiente externo, quarto, praia, tudo!
Tinha dúvidas se "Our last summer" ("O último verão") era agora, mas não. Não é porque eles mantiveram o original da peça: Donna cantando a música também. No filme é cantada por Sophie, Bill, Harry e Sam.
Na seqüência, "Chiquitita" e "Dancing Queen", que fizeram o público ir ao delírio principalmente por causa da Rachel e da Andrezza, que deram um show. Lembro que algum tempo atrás, o povo da comunidade do ABBA estava pensando nas loucuras que fariam com as letras e "Dancing Queen" foi uma das mais absurdas. O medo de ouvir algo ruim era enorme e se tivesse acontecido eu teria corrido de lá. Para começar, eles não traduziram o nome, então toda vez que tem "dancing queen" na letra eles cantaram dancing queen. É aquela coisa: o que não tem uma tradução aceitável fica como está. So far, brilliant!
"Lay all your love on me" ("Não gaste o sentimento") foi a primeira música deprimente. A música já é chata original, com esse título digno de google translator então... pff. Foi uma das duas músicas que me entediaram. O Thiago Machado (Sky) é o que pior canta do elenco, então dar algo de destaque para ele foi como escutar Calypso.
"Não gaste o sentimento" termina na despedida de solteiro da Sophie. E aí vem "Super trouper" e a luz dos refletores com as dancinhas que eu decorei sem querer querendo. O rapaz que estava do meu lado ficou assustado quando sentada comecei a dançar na parte do "All I do is eat and sleep and sing wishing every show was the last show. So imagine I was glad to hear you're coming". Mais uma música excelentemente traduzida e muito bem cantada. A essa altura, ninguém mais sentia a pressão e dava para ver que eles estavam se divertindo muito. Mas teve um detalhe que eu achei que as peças pecaram e só o filme acertou (uau, nunca achei que diria isso!): o começo da música. No filme, o diretor musical disse que quando Christina, Julie e Meryl começaram a cantar, todas estavam desafinadas, o que mostrava que elas não cantavam há 20 anos. Completamente sem querer, mas deixou verdadeiro.
Termina a música, Bill, Harry e Sam invadem o local e a Donna, desesperada, vai embora. Nisso começa "Gimme, gimme, gimme" ("Quero! Quero! Quero!") e os pais da Sophie "descobrem" a razão de estarem lá. O último deles a "descobrir" é o Bill, o que leva ao próximo musical: "The name of the game" ("Como vamos jogar?"). Ali eu desisti de tentar achar problemas. "Voulez-Vous" encerra o primeiro ato, o dia antes do casamento.
To be continued...
Passei por momento parecido na Virada Cultural, mas não se compara. Não tem como. Para começar, a primeira vez a gente nunca esquece.
Semana passada comprei meu ingresso pela Tickets 4 Fun no Balcão A, fileira B, poltrona 4. Não sabia se era um bom lugar, porque é no alto e talvez fosse bastante longe do palco. Estava muito ansiosa.
Saí de casa hoje 13:00, esperando que chegasse na Praça da Sé lá pelas 14:00 e no teatro 14:30. Pff, engano dos grandes, uma vez que cheguei na Sé 13:30 e no Teatro Abril 13:40. Ou seja, mais de duas horas esperando.
Na loja de lembranças encontrei algo que me deixou encantada: o Super Troupers. Poxa, dvd lançado há 30 dias na Europa, esperado há 5 anos. O problema foi o preço: 70 reais. Absurdamente caro! Enfim.
15:00 os portões abriram. Foi meio estranho ver os cartazes. A Rachel Ripani (Tanya) é uma versão da Christina Baranski mais nova, o que não foi estranho, mas olhar a Andrezza Massei (Rosie) no lugar da Julie Walters foi bizarro. Elas não têm nada a ver.
Mas mal eu sabia que veria Kiara Sasso (Donna Sheriddan) no lugar da Meryl Streep. Aí foi onde quase morri. A Donna tem uns 40 anos e a Meryl quando a interpretou estava prestes a fazer 60. Pela conservação da Meryl, teve como parecer normal. Mas no caso da Kiara não tem. Ela deve ter uns 30 anos e nunca vai parecer quarentona. Nunca. Já tinha lido a respeito dessa diferença, mas enfim... foi bem estranho.
Saulo Vasconcelos (Sam Carmichael) me deixou alegre. Só o fato de não ter que escutar o Pierce Brosnan "cantando" fez meu dia.
Antes de começar, anunciaram que a Kiara não faria parte do espetáculo, o que quase fez o teatro ir abaixo. Heloísa de Palma seria sua substituta. A Kiara é considerada a melhor atriz teatral do Brasil e queria que ela tivesse atuado.
Não sabia quem era a Sophie da vez, mas assim que o espetáculo começou e a Pati Amoroso começou a cantar "I have a dream" ("Um sonho meu"), eu já sabia que seria fantástico. A menina canta horrores. Deu umas semitonadas e tal, mas canta muito.
A história é a mesma de sempre: Sophie quer que seu pai esteja presente em seu casamento, mas como não sabe qual dos três homens presentes no diário de Donna é, convida os três.
Eu tinha a impressão de que seria uma merda. Música do ABBA traduzida? Só podia dar errado. "Um sonho meu" já acabou comigo logo no início. Lindo, lindo, lindo.
O tom de humor que deram foi fantástico. Pegaram aquele roteiro porco do filme e deram um toque tão bacana que eu me surpreendi. E foi assim que "Honey, Honey" trouxe a história: na voz da Pati com backing vocals da Priscila Marques (Ali) e Raquel Paulin (Lisa).
Aí são introduzidas as Dinamos: Rachel como Tanya, Andrezza como Rosie e Heloísa como Donna. Cantando "Money, money, money", a Heloísa começou mais ou menos como a Pati, desafinando um pouquinho. O nervosismo dela era óbvio, porque uma oportunidade de se apresentar para um teatro lotado (1500 pessoas) é quase única na vida. Música bem fiel, com uma tradução impecável. So far, so good.
Próximos: Carlos Arruza (Bill), Cleto Baccic (Harry) e Saulo Vasconcelos (Sam) conhecendo a Sophie para então cantar "Thank you for the music" ("Eu agradeço"). Foi uma das músicas que menos gostei, mas é porque amo a original e a emoção da Agnetha cantando é outro nível.
É quando a Donna vê, cantarolando "Fernando", que os três homens de sua vida estão na ilha. "Mamma Mia" foi a música que me deixou apaixonada pela Heloísa. Vocalmente ok, mas com uma puta interpretação. Foi onde também reparei no cenário: simples, apenas dois ambientes, mas de uma utilidade que só vendo. Era ambiente externo, quarto, praia, tudo!
Tinha dúvidas se "Our last summer" ("O último verão") era agora, mas não. Não é porque eles mantiveram o original da peça: Donna cantando a música também. No filme é cantada por Sophie, Bill, Harry e Sam.
Na seqüência, "Chiquitita" e "Dancing Queen", que fizeram o público ir ao delírio principalmente por causa da Rachel e da Andrezza, que deram um show. Lembro que algum tempo atrás, o povo da comunidade do ABBA estava pensando nas loucuras que fariam com as letras e "Dancing Queen" foi uma das mais absurdas. O medo de ouvir algo ruim era enorme e se tivesse acontecido eu teria corrido de lá. Para começar, eles não traduziram o nome, então toda vez que tem "dancing queen" na letra eles cantaram dancing queen. É aquela coisa: o que não tem uma tradução aceitável fica como está. So far, brilliant!
"Lay all your love on me" ("Não gaste o sentimento") foi a primeira música deprimente. A música já é chata original, com esse título digno de google translator então... pff. Foi uma das duas músicas que me entediaram. O Thiago Machado (Sky) é o que pior canta do elenco, então dar algo de destaque para ele foi como escutar Calypso.
"Não gaste o sentimento" termina na despedida de solteiro da Sophie. E aí vem "Super trouper" e a luz dos refletores com as dancinhas que eu decorei sem querer querendo. O rapaz que estava do meu lado ficou assustado quando sentada comecei a dançar na parte do "All I do is eat and sleep and sing wishing every show was the last show. So imagine I was glad to hear you're coming". Mais uma música excelentemente traduzida e muito bem cantada. A essa altura, ninguém mais sentia a pressão e dava para ver que eles estavam se divertindo muito. Mas teve um detalhe que eu achei que as peças pecaram e só o filme acertou (uau, nunca achei que diria isso!): o começo da música. No filme, o diretor musical disse que quando Christina, Julie e Meryl começaram a cantar, todas estavam desafinadas, o que mostrava que elas não cantavam há 20 anos. Completamente sem querer, mas deixou verdadeiro.
Termina a música, Bill, Harry e Sam invadem o local e a Donna, desesperada, vai embora. Nisso começa "Gimme, gimme, gimme" ("Quero! Quero! Quero!") e os pais da Sophie "descobrem" a razão de estarem lá. O último deles a "descobrir" é o Bill, o que leva ao próximo musical: "The name of the game" ("Como vamos jogar?"). Ali eu desisti de tentar achar problemas. "Voulez-Vous" encerra o primeiro ato, o dia antes do casamento.
To be continued...
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Days of our lives...
Há um bom tempo penso em escrever sobre esse assunto, se é que já não escrevi. Minha péssima memória me impossibilita de lembrar.
Recentemente ouvi de uma pessoa que não precisa ser identificada (que vou chamar de A) que às vezes nós levamos letras de músicas muito a sério. A pessoa não precisa ser identificada porque muita gente pensa isso, aliás, a maioria. Exceções são os escritores/compositores/músicos.
Nunca entendi o motivo de, numa forma geral, Calypso, Justin Bieber, etc, serem famosos. Gosto não se discute, tudo bem, mas qualidade sim é discutível e ali não tem qualidade. Nem de cantor, nem de dançarino, nem de nada. Nada!
Parte dessa qualidade vem das composições, composições estas que são escritas por alguém que sentiu alguma coisa no momento de escrever. O mesmo acontece com poetas, roteiristas, romancistas, e por aí vai. Então é porque aquilo significa(ou) MUITO para alguém e esse alguém é real.
Até entendo essa "revolta" de A sobre o assunto, porque grande parte das pessoas não tem o dom de escrever/compor. É dom, não é prática. Se fazer a redação da FUVEST é prática, ser bom o suficiente para ser um escritor é dom. E, juntamente com a atual falta de qualidade artística que temos, poucos conseguem entender o que uma música, por exemplo, significa.
Letras são levadas a sério e elas podem dizer tudo o que o ouvinte queria dizer naquele momento e não sabia como e nem por isso é um desocupado depressivo que quer matar todo mundo (os casos extremos disso devem ser desconsiderados, porque desses 5% que sentem um música, 95% não vão dizer "Goodbye Earl" para o primeiro Earl que aparecer), é uma pessoa que apenas encontrou uma forma de expressão, que encontrou alguém que em determinado momento se sentiu da mesma maneira.
E onde está o problema nisso? Pelo contrário, só mostra que tem sensibilidade musical.
OFF 1: Acabei de cantar em frente a 150 pessoas. Se sobrevivi a isso, qualquer outra coisa é fácil.
OFF 2: Minha mãe hoje disse que está preocupada com a minha Iniciação Científica. Cuma? Tudo o que pude (e sei) dizer é que decepção para mim é pior que traição.
OFF 3: Domingo vou ver Mamma Mia no Teatro Abril. Sooo looking for it.
OFF 4: O vestido da Lisa E. na promo de House é de matar. Azul-cheguei mas um espetáculo.
Recentemente ouvi de uma pessoa que não precisa ser identificada (que vou chamar de A) que às vezes nós levamos letras de músicas muito a sério. A pessoa não precisa ser identificada porque muita gente pensa isso, aliás, a maioria. Exceções são os escritores/compositores/músicos.
Nunca entendi o motivo de, numa forma geral, Calypso, Justin Bieber, etc, serem famosos. Gosto não se discute, tudo bem, mas qualidade sim é discutível e ali não tem qualidade. Nem de cantor, nem de dançarino, nem de nada. Nada!
Parte dessa qualidade vem das composições, composições estas que são escritas por alguém que sentiu alguma coisa no momento de escrever. O mesmo acontece com poetas, roteiristas, romancistas, e por aí vai. Então é porque aquilo significa(ou) MUITO para alguém e esse alguém é real.
Até entendo essa "revolta" de A sobre o assunto, porque grande parte das pessoas não tem o dom de escrever/compor. É dom, não é prática. Se fazer a redação da FUVEST é prática, ser bom o suficiente para ser um escritor é dom. E, juntamente com a atual falta de qualidade artística que temos, poucos conseguem entender o que uma música, por exemplo, significa.
Letras são levadas a sério e elas podem dizer tudo o que o ouvinte queria dizer naquele momento e não sabia como e nem por isso é um desocupado depressivo que quer matar todo mundo (os casos extremos disso devem ser desconsiderados, porque desses 5% que sentem um música, 95% não vão dizer "Goodbye Earl" para o primeiro Earl que aparecer), é uma pessoa que apenas encontrou uma forma de expressão, que encontrou alguém que em determinado momento se sentiu da mesma maneira.
E onde está o problema nisso? Pelo contrário, só mostra que tem sensibilidade musical.
OFF 1: Acabei de cantar em frente a 150 pessoas. Se sobrevivi a isso, qualquer outra coisa é fácil.
OFF 2: Minha mãe hoje disse que está preocupada com a minha Iniciação Científica. Cuma? Tudo o que pude (e sei) dizer é que decepção para mim é pior que traição.
OFF 3: Domingo vou ver Mamma Mia no Teatro Abril. Sooo looking for it.
OFF 4: O vestido da Lisa E. na promo de House é de matar. Azul-cheguei mas um espetáculo.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Watermark
You were carved out of the sea
Watermarked by your ancestry
In a tug of war between the tide and me
What felt like loss was a victory
Cause you were swept ashore like bottles holding prayers
You were carved out of the earth
Safe and sound in your second birth
Gravity has tied your ankle to the shore
As a lighthouse tamed the endless ocean war
Against the calming light our silhouettes are changing shape
The stories you've been told have made you brave
Such inheritance was formed within the sand
Like the shells you gather in the safety of your hands
Dive in with your eyes closed
For the life you were born to claim
And the water will be paralyzed
By the courage you contain
And the flutter of your earnest heart
It will fill the silent seas
And all will be restored in your memory
Watermarked by your ancestry
In a tug of war between the tide and me
What felt like loss was a victory
Cause you were swept ashore like bottles holding prayers
You were carved out of the earth
Safe and sound in your second birth
Gravity has tied your ankle to the shore
As a lighthouse tamed the endless ocean war
Against the calming light our silhouettes are changing shape
The stories you've been told have made you brave
Such inheritance was formed within the sand
Like the shells you gather in the safety of your hands
Dive in with your eyes closed
For the life you were born to claim
And the water will be paralyzed
By the courage you contain
And the flutter of your earnest heart
It will fill the silent seas
And all will be restored in your memory
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Private Practice Soundtrack,
Sleeping At Last
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Final de semana de merda?
Hoje não está sendo um dia dos mais bacanas. Primeiro que o episódio de Private Practice de ontem foi uma merda. Segundo, o episódio de 30 Rock não saiu na net. Então nessa cidade chata não tem nada para fazer. Se House passasse às quintas, eu veria o episódio como se fosse minha série favorita, mas nem para isso House serve (é transmitido às segundas na FOX).
Estou esperando ansiosamente minha nota de Análise no Rn I. Apesar que espero de 6 para baixo. Minha culpa? Não. Talvez minha única culpa nisso tudo é não mais procurar ajuda de quem não quer me ajudar. Só sei que vou ficar com muita raiva se perder algum ponto no "compacto se, e somente se, fechado e limitado".
Se não fosse pela boa vontade do Luiz Felipe, ninguém me passaria os exercícios da aula de Fundamentos de geometria. É tão bom ver que te cobram todo dia pelas notas de aula de Geometria Plana e ninguém lembra de colocar mais um endereço de email na caixa de destinatários. Tirando a questão da sala 404, coisa que prefiro nem comentar....
Estou muito bem de "colegas" na UFABC.
É ir jogar e arrebentar Jundiaí. Precisamos muito de um 20x0 hoje. Se a Pat ganhar o match dela contra São Caetano já jogamos amanhã pelo empate. Quero fechar meus anos em São José dos Campos com chave de ouro!
Lembrei da seguinte sequência de falas... e agora não consigo parar de rir. Por quê? É uma excelente pergunta.
- "I sit around on my burocratic ass"?
- I said well-formed, I said well-formed.
Estou esperando ansiosamente minha nota de Análise no Rn I. Apesar que espero de 6 para baixo. Minha culpa? Não. Talvez minha única culpa nisso tudo é não mais procurar ajuda de quem não quer me ajudar. Só sei que vou ficar com muita raiva se perder algum ponto no "compacto se, e somente se, fechado e limitado".
Se não fosse pela boa vontade do Luiz Felipe, ninguém me passaria os exercícios da aula de Fundamentos de geometria. É tão bom ver que te cobram todo dia pelas notas de aula de Geometria Plana e ninguém lembra de colocar mais um endereço de email na caixa de destinatários. Tirando a questão da sala 404, coisa que prefiro nem comentar....
Estou muito bem de "colegas" na UFABC.
É ir jogar e arrebentar Jundiaí. Precisamos muito de um 20x0 hoje. Se a Pat ganhar o match dela contra São Caetano já jogamos amanhã pelo empate. Quero fechar meus anos em São José dos Campos com chave de ouro!
Lembrei da seguinte sequência de falas... e agora não consigo parar de rir. Por quê? É uma excelente pergunta.
- "I sit around on my burocratic ass"?
- I said well-formed, I said well-formed.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Breathe again...
Car is parked, bags are packed, but what kind of heart doesn't look back
At the comfortable glow from the porch, the one I will still call yours?
All those words came undone and now I'm not the only one
Facing the ghosts that decide if the fire inside still burns
All I have, all I need, he's the air I would kill to breathe
Holds my love in his hands, still I'm searching for something
Out of breath, I am left hoping someday I'll breathe again
I'll breathe again
Open up next to you and my secrets become your truth
And the distance between that was sheltering me comes in full view
Hang my head, break my heart built from all I have torn apart
And my burden to bear is a love I can't carry anymore
All I have, all I need, he's the air I would kill to breathe
Holds my love in his hands, still I'm searching for something
Out of breath, I am left hoping someday I'll breathe again
It hurts to be here
I only wanted love from you
It hurts to be here
What am I gonna do?
All I have, all I need, he's the air I would kill to breathe
Holds my love in his hands, still I'm searching
All I have, all I need, he's the air I would kill to breathe
Holds my love in his hands, still I'm searching for something
Out of breath, I am left hoping someday I'll breathe again
I'll breathe again...
Unfortunatelly the scene which includes my new avatar has never aired. Such a shame Jack & Liz will never happen. =(
At the comfortable glow from the porch, the one I will still call yours?
All those words came undone and now I'm not the only one
Facing the ghosts that decide if the fire inside still burns
All I have, all I need, he's the air I would kill to breathe
Holds my love in his hands, still I'm searching for something
Out of breath, I am left hoping someday I'll breathe again
I'll breathe again
Open up next to you and my secrets become your truth
And the distance between that was sheltering me comes in full view
Hang my head, break my heart built from all I have torn apart
And my burden to bear is a love I can't carry anymore
All I have, all I need, he's the air I would kill to breathe
Holds my love in his hands, still I'm searching for something
Out of breath, I am left hoping someday I'll breathe again
It hurts to be here
I only wanted love from you
It hurts to be here
What am I gonna do?
All I have, all I need, he's the air I would kill to breathe
Holds my love in his hands, still I'm searching
All I have, all I need, he's the air I would kill to breathe
Holds my love in his hands, still I'm searching for something
Out of breath, I am left hoping someday I'll breathe again
I'll breathe again...
Unfortunatelly the scene which includes my new avatar has never aired. Such a shame Jack & Liz will never happen. =(
sábado, 30 de outubro de 2010
Arrependimento do ano!
Ok, o Emmy passou e eu achei que ia me safar da aposta. Pra falar a verdade, nem lembrava mais que tinha apostado alguma coisa com a categora de melhor série de comédia. Até que esses dias o passado me assombrou.
Em uma de nossas discussões anuais sobre a premiação, apostando tanto em 30 Rock como eu estava, disse ao André que faria qualquer coisa (ui!) caso 30 Rock perdesse, o que na minha cabeça não iria acontecer.
Pois é, não só aconteceu como agora tenho que ver a temporada chata de House inteira. E quando digo chata quero realmente dizer chata. Não tão chata até agora, mas quando a coisa "esfriar", vai voltar a ser a mesma coisa dos episódios aleatórios que já vi no Universal. E aí eu vou querer bater no criador da série, nos membros da Academia e em mim mesma por ter apostado.
Paciência, né? Aí eu acabo com os episódios de 30 Rock e Private Practice para conseguir aguentar os 42 minutos de House e a consequente discussão sobre a bunda da Lisa Edelstein. Sério? Sério? Me desculpa, mas quando se tem Jennifer Morrison no elenco, como é que se vai reparar na bunda da Edelstein? Esses homens são estranhos!
Porém devo admitir que ri bastante até. Não só com os elogios, digamos, inofensivos do Andy mas com a própria série. O 7x01 é todo fofinho e cheio dos "I love you blah blah blah", mas tem o Wilson preso na janela (esse poderia ficar preso na minha janela). Não sei mais qual é o tema central do 7x02 e muito menos do 7x03, e em algum episódio tem o House de babá pra Rachel, filha da Cuddy, o que é hilário.
Não me lembro de mais nada. Nenhum caso interessante, nenhum relacionamento se formando, tirando a coisa melosa de Huddy. E o pior de tudo é que mesmo não gostando, era shipper do casal. A série que não gosto é a única que tem meu casal acontecendo. Viu o que vocês fizeram, Tina Fey e Dick Wolf?
Gotta go to sleep and stop the crap.
Em uma de nossas discussões anuais sobre a premiação, apostando tanto em 30 Rock como eu estava, disse ao André que faria qualquer coisa (ui!) caso 30 Rock perdesse, o que na minha cabeça não iria acontecer.
Pois é, não só aconteceu como agora tenho que ver a temporada chata de House inteira. E quando digo chata quero realmente dizer chata. Não tão chata até agora, mas quando a coisa "esfriar", vai voltar a ser a mesma coisa dos episódios aleatórios que já vi no Universal. E aí eu vou querer bater no criador da série, nos membros da Academia e em mim mesma por ter apostado.
Paciência, né? Aí eu acabo com os episódios de 30 Rock e Private Practice para conseguir aguentar os 42 minutos de House e a consequente discussão sobre a bunda da Lisa Edelstein. Sério? Sério? Me desculpa, mas quando se tem Jennifer Morrison no elenco, como é que se vai reparar na bunda da Edelstein? Esses homens são estranhos!
Porém devo admitir que ri bastante até. Não só com os elogios, digamos, inofensivos do Andy mas com a própria série. O 7x01 é todo fofinho e cheio dos "I love you blah blah blah", mas tem o Wilson preso na janela (esse poderia ficar preso na minha janela). Não sei mais qual é o tema central do 7x02 e muito menos do 7x03, e em algum episódio tem o House de babá pra Rachel, filha da Cuddy, o que é hilário.
Não me lembro de mais nada. Nenhum caso interessante, nenhum relacionamento se formando, tirando a coisa melosa de Huddy. E o pior de tudo é que mesmo não gostando, era shipper do casal. A série que não gosto é a única que tem meu casal acontecendo. Viu o que vocês fizeram, Tina Fey e Dick Wolf?
Gotta go to sleep and stop the crap.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Another brick in the wall
Everybody who has come along for the past five days could conclude that I do not talk about what happened. My mom, for instance, patronized me for it: she doesn't come close to talking about it because maybe she's afraid I'll explode, a thing she has not seen (and I did it twice - Thursday and Saturday -, indeed).
Why? I don't know. I seriously don't have a clue on it. But this is funny now... Why? Again, I don't know.
I have some kind of height fear, whatever this illness is called, and I have always had. I get terrified when I look down. I feel really dizzy. Now I can't even be close to the windows. Again and again, the reason why is unknown.
There are things about my feelings no one knows and there are things about THIS specific episode I'll never say. Maybe my new traumas are related to them. It's fresh in my mind and its presence in my everyday makes me ache really bad. I just wanna get away as soon as possible.
I've heard people talk about depression as if you can't at least pretend you're okay, as if you have to be crying and thinking crap 24-7. Seriously, what did that come from? Bullshit, pretty bullshit!
Do I look okay? Yes, I do.
Do I say I'm okay? Yes, I do.
Am I okay? No, I'm not okay.
And let me be clear about it NOW: if I had to do something stupid I would have done it 3 years ago, so y'all got no point on it today. =)
That's all.
Why? I don't know. I seriously don't have a clue on it. But this is funny now... Why? Again, I don't know.
I have some kind of height fear, whatever this illness is called, and I have always had. I get terrified when I look down. I feel really dizzy. Now I can't even be close to the windows. Again and again, the reason why is unknown.
There are things about my feelings no one knows and there are things about THIS specific episode I'll never say. Maybe my new traumas are related to them. It's fresh in my mind and its presence in my everyday makes me ache really bad. I just wanna get away as soon as possible.
I've heard people talk about depression as if you can't at least pretend you're okay, as if you have to be crying and thinking crap 24-7. Seriously, what did that come from? Bullshit, pretty bullshit!
Do I look okay? Yes, I do.
Do I say I'm okay? Yes, I do.
Am I okay? No, I'm not okay.
And let me be clear about it NOW: if I had to do something stupid I would have done it 3 years ago, so y'all got no point on it today. =)
That's all.
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