Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de dezembro de 2010

As três músicas da minha vida

São as três músicas que me marcaram de alguma forma profunda, mas tão profunda que eu lembro só delas.

Train, "When I look to the sky".



Acho que essa música foi a última música que me marcou. E a que mais me marcou. O ano de 2007 foi difícil e essa música me deixava melhor, fazia com que as partes quebradas se juntassem. Mas levou um tempo até que o refrão não mais me fizesse chorar. "When I look to the sky, something tells me you're here with me and I can always find my way when you are here".

Roxette, "It must have been love".



A letra dessa música diz exatamente o quue eu passei a sentir depois de tudo o que aconteceu entre mim e o Gustavo. E também eu tenho uma "quedinha" por bandas suecas, né? "It must have been love, but it's over now, it was all that I wanted, now I'm living without".

Mariah Carey, "My all".



Essa é difícil de explicar. É algo meio fútil, meio irreal, sei lá. Foi quando eu aprendi a tocar essa música no piano. Eu passava os dias ou lendo Agatha Christie ou tocando piano. E essa época foi quando li "Curtain" ("Cai o pano"). Numa maneira não gay da música, ficou gravada na minha cabeça como o Hastings chorando a morte do Poirot. Ou então eu ouvi a música nas páginas onde o Poirot se mata. Sério, lembro do negócio ter sido mais estranho do que em "And then there were none" ("O caso dos dez negrinhos"). Passei alguns dias sem conseguir dormir e sempre lembrando da música.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Days of our lives...

Há um bom tempo penso em escrever sobre esse assunto, se é que já não escrevi. Minha péssima memória me impossibilita de lembrar.

Recentemente ouvi de uma pessoa que não precisa ser identificada (que vou chamar de A) que às vezes nós levamos letras de músicas muito a sério. A pessoa não precisa ser identificada porque muita gente pensa isso, aliás, a maioria. Exceções são os escritores/compositores/músicos.

Nunca entendi o motivo de, numa forma geral, Calypso, Justin Bieber, etc, serem famosos. Gosto não se discute, tudo bem, mas qualidade sim é discutível e ali não tem qualidade. Nem de cantor, nem de dançarino, nem de nada. Nada!

Parte dessa qualidade vem das composições, composições estas que são escritas por alguém que sentiu alguma coisa no momento de escrever. O mesmo acontece com poetas, roteiristas, romancistas, e por aí vai. Então é porque aquilo significa(ou) MUITO para alguém e esse alguém é real.

Até entendo essa "revolta" de A sobre o assunto, porque grande parte das pessoas não tem o dom de escrever/compor. É dom, não é prática. Se fazer a redação da FUVEST é prática, ser bom o suficiente para ser um escritor é dom. E, juntamente com a atual falta de qualidade artística que temos, poucos conseguem entender o que uma música, por exemplo, significa.

Letras são levadas a sério e elas podem dizer tudo o que o ouvinte queria dizer naquele momento e não sabia como e nem por isso é um desocupado depressivo que quer matar todo mundo (os casos extremos disso devem ser desconsiderados, porque desses 5% que sentem um música, 95% não vão dizer "Goodbye Earl" para o primeiro Earl que aparecer), é uma pessoa que apenas encontrou uma forma de expressão, que encontrou alguém que em determinado momento se sentiu da mesma maneira.

E onde está o problema nisso? Pelo contrário, só mostra que tem sensibilidade musical.


OFF 1: Acabei de cantar em frente a 150 pessoas. Se sobrevivi a isso, qualquer outra coisa é fácil.

OFF 2: Minha mãe hoje disse que está preocupada com a minha Iniciação Científica. Cuma? Tudo o que pude (e sei) dizer é que decepção para mim é pior que traição.

OFF 3: Domingo vou ver Mamma Mia no Teatro Abril. Sooo looking for it.

OFF 4: O vestido da Lisa E. na promo de House é de matar. Azul-cheguei mas um espetáculo.

sábado, 12 de junho de 2010

Same mistake

Saw the world turning in my sheets and once again I cannot sleep.
Walk out the door and up the street; look at the stars beneath my feet.
Remember rights that I did wrong, so here I go.

Hello, hello. There is no place I cannot go.
My mind is muddy but my heart is heavy. Does it show?
I lose the track that loses me, so here I go.

And so I sent some men to fight, and one came back at dead of night.
Said he'd seen my enemy. Said he looked just like me,
So I set out to cut myself and here I go.

I'm not calling for a second chance,
I'm screaming at the top of my voice.
Give me reason but don't give me choice.
'Cause I'll just make the same mistake again.

And maybe someday we will meet, and maybe talk and not just speak.
Don't buy the promises 'cause, there are no promises I keep.
And my reflection troubles me, so here I go.

I'm not calling for a second chance,
I'm screaming at the top of my voice.
Give me reason but don't give me choice.
'Cause I'll just make the same mistake,
I'm not calling for a second chance,
I'm screaming at the top of my voice.
Give me reason but don't give me choice.
'Cause I'll just make the same mistake again.

Saw the world turning in my sheets and once again I cannot sleep.
Walk out the door and up the street.
Look at the stars, look at the stars fall down.
And wonder where did I go wrong.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Top 5?

Faria mais uma postagem diferente hoje, mas estou muito musical... então aí vai minha lista de 5 mais ouvidas durante a semana.

Não sei nem o que falar dessa música. Ela tem uma das vozes mais deliciosas que já ouvi. A letra não me significa muito e tem alguns probleminhas de afinação no final, mas é a música que mais escutei essa semana.



Viciadérrima nessa música. Muito grudenta e o vocal da Carrie está perfeito. "I wanna uh-uh-uh-uh-uh undo it"



Kelly Clarkson, como eu sinto a sua falta. Chega de tranqueira, pára de gravar porcaria. Cante e encante como fez em 2002 ao ganhar o American Idol. Grave o seu "Stripped" e dê a volta por cima como a Christina fez. Fico triste quando lembro do que aconteceu... Clive Davis seu filho da..... Vai cuidar da Carrie Underwood e não enxe o saco da VERDADEIRA cantora.



A melhor apresentação ao vivo que já vi. Não tenho palavras para descrever. Arrepio-me toda vez que vejo. E ainda o Keith Urban é maravilhoso *suspirando*...



Fechando a lista, é do Platinum Weird. Essa música da Kara e do Dave foi escrita para mim e ponto final.