terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Back to basics!

Word came through in a letter,

One of us changing our minds.
You won't need to guess who, since I usually do,
Not send letters to me that are mine.
As aulas infelizmente voltam na terça. E eu estou aqui, quase me matando para entender um negócio que odeio (vide post anterior). Se não fosse o André eu já teria assinado minha desistência. Não consigo estudar sozinha algo que não gosto. Ainda mais quando além de não gostar, não sei o básico necessário. E quando digo não sei, digo NUNCA aprendi, então a culpa nem é minha.

Preciso de um mp3. Aturar a UFABC por mais um ano sem música será o meu fim. Tenho pesadelos só de pensar que vou ter que voltar àquele lugar maldito. Campanha "2012 venha logo". Hahahaha, ambiguidade rules!

Escrevi bastante. Se está bom ou não, é outra coisa, mas escrevi bastante.

Agora vou começar o sofrimento de escrever o relatório parcial para a Fapesp.

God help me!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

C'mon!

Acho que não consegui ser muito clara das outras vezes... então vou desabafar aqui de uma forma muito mais visual. Quem sabe assim entendam de uma vez...

E-U
O-D-E-I-O
G-E-O-M-E-T-R-I-A
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

P-L-A-N-A,
E-S-P-A-C-I-A-L,
D-I-F-E-R-E-N-C-I-A-L,
A-L-G-É-B-R-I-C-A,
N-Ã-O
I-M-P-O-R-TA.

E-U
O-D-E-I-O
G-E-O-M-E-T-R-I-A
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Got it?

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

We're all praying to find it...

Little Annie Vickers is boarding up windows
And her old dog is strained on a silos
Hey, there Annie, don't even think it
So much water and you can't even drink it

Well, maybe by Christmas they'll dig up the rows
Take whatever you can, girl, and leave the rest for the crows
Leave the rest for the crows

Living in Crawford for fifteen years
Nothing much ever happens round here
And, no one believed the water would come
Til the sky grew dark and it swallowed the sun

And it rained for forty-two nights and forty-two days
And everything that we love is floating away

How long til our dreams run dry
Don't know but we're staying
On our knees we raise our eyes
Holding on and praying to find one blue sky

Mrs Wilson sits with an insurance adjuster
Big city boy, she never did trust him
Have you been getting the letters I'm sending
Cause the preacher swears that the world is ending

Well, if there's a way out, wish someone would show us
We keep looking around here for some modern day Moses

How long til our dreams run dry
Don't know but we're staying
On our knees we raise our eyes
Holding on and praying to find one blue sky

We will dig in our heels hard as we can
But the backyard looks like the Rio Grande
And I wonder will it wash us clean or wash us away

How long til our dreams run dry
Don't know but we're staying
On our knees we raise our eyes
Holding on and praying to find one blue sky

(How long til our dreams run dry)
(Don't know but we're staying)
On our knees we raise our eyes
Holding on and praying to find one blue sky
(Blue sky) one blue sky



Sugarland, "One Blue Sky".

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A origem

Devo avisar que não vou falar sobre o filme.

"A origem" se refere a minha origem. Se é que tive uma origem...

Estava lendo Mary Westmacott hoje e para quem sabe quem é, ou melhor, de quem é esse pseudônimo, sabe ao que me refiro como "origem". Porque sim, se com meu português porco escrevo sobre a minha vida em forma de conto, é por causa dela.

Para ser bem sincera, eu não gosto dos livros dela como Mary Westmacott. Os dramas são mais uma autobiografia do que um drama em si. Isso fica muito claro em "O retrato", principalmente quando a Claire some por alguns dias e pensa em suicídio depois do marido a deixar. A Agatha nunca confirmou nem negou, mas é uma das hipóteses que surgiram em 1926 quando sumiu depois do marido pedir o divórcio para se casar com outra (homem é tudo igual... desde aqueles tempos!).

Não me lembro exatamente quando escrevi meu primeiro conto, ainda mais quando é a pessoa que nunca termina o que começa que está falando, mas eu lembro com todos os detalhes de como Marianne Stamp e Thomas Felder surgiram.

Eu acredito que o segundo livro da Agatha Christie que li foi "O inimigo secreto", estrelados por Thomas Beresford e Prudence qualquer-coisa. Tenho uma puta raiva quando a chamam de Tuppence Beresford, porque, damn it, em "O inimigo secreto" (o primeiro livro da dupla) ela ainda não era casada com o Tommy e o nome dela é Prudence! Só o Tommy a chama de Tuppence.

Agora qualquer uma das 6 pessoas (se tanto) que já leram alguma coisa criada por mim pode entender a escolha da Mary e do meu Tommy. Se levarem em consideração que sou apaixonada pelo Poirot e adoro os livros com o Arthur Hastings, entendem tudo. Entendem até a razão de eu ter escrito na net, por um certo tempo, como Judith Hastings. Tá, pra quem não sabe, Judith é uma das filhas do Hastings e se não me engano aparece em "Cai o pano".

Essa é a minha origem. Thomas Felder, o Thomas Beresford que tem uma paixão platônica por Prudence. Thomas Felder, o fiel Arthur Hastings sempre a piada favorita de Hercule Poirot. Marianne Stamp, a Prudence de Thomas Beresford. Marianne Stamp, o gênio Hercule Poirot que mais do que tudo precisa do seu amigo Arthur Hastings.

Isso é o que eu gosto de fazer, sem me importar se as pessoas gostam ou não. E me dói muito não mais conseguir.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Crappy New Year!

Hoje eu fui ao Chico Mendes com o Rodrigo... todas aquelas perguntas e dúvidas do post anterior rondaram a minha cabeça...

Foi quando ele me disse que sou prepotente, arrogante. E não é o único que pensa assim. Quem são os outros? Nós não temos muita gente em comum.

Eu tenho "contato" com cinco pessoas da UFABC. A Ana está fora de cogitação, porque ela falaria para mim e não para ele. Ele e o Thiago não se dão bem (ele odeia o Thiago), então não teriam motivo algum para conversar. Não acredito que ele tenha algum contato com o Igor, que diria para mim (como já disse que é a impressão que passo). Eu tenho uma relação muito verdadeira com o Luiz Felipe. Nós gostamos das mesmas coisas, estudamos juntos várias vezes, não tem sentido.

Se tem algo que não sou é prepotente. Sei que já conquistei mais do que as pessoas normalmente conseguem. E também sei o quanto eu sofri para consegui-las. Cheguei aonde cheguei por méritos e com muito esforço da minha família, com muito apoio dos meus verdadeiros amigos, e sou muito grata a tudo que me aconteceu até hoje. Feridas surgem, traumas te modelam, fantasmas te seguem, mas você incorpora na sua vida e passa a agir de forma adequada.

Engraçado é que só citei 4 pessoas. Quem é a quinta pessoa? Posso dizer quem é, mas prefiro não dizer. Prefiro não dizer porque me causa uma revolta muito grande. E o pior de tudo é que faz sentido. Faz sentido achar que essa pessoa me enxerga como A Arrogância. O que não faz sentido é essa pessoa achar que me conhece. Porque se for assim eu posso sair falando por aí o que acho dela. Mas não é justo.

Agora me desculpa se eu tenho 21 anos e penso com uma cabeça de 40 enquanto tem gente por aí com mais de 30 e uma cabecinha de moleque de 12 anos.

A vida é feita de dor.

Decepção, nada pode ser pior.


Quando eu falo que quero sumir me chamam de depressiva... acho que é melhor ser depressiva do que aturar esse bando de gente falsa.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Seriously... what's wrong with me?

Depois de todo aquele papo de "reconhecer as minhas características", o André me disse que sou mais a Jane do que todos os outros que citei.

E hoje venho realmente fazer um pedido de Jane: "eu sei como funciona, mas eu preciso que me diga o que fazer!".

Anonimamente, por email (pri.leal.silva@gmail.com), orkut, twitter, não me importa. Eu preciso saber como eu dou um jeito em mim.

Sempre, mas sempre na minha vida eu tive problemas em fazer amigos. Por vários motivos. Seja pela minha falta de frescura, seja pela minha cara fechada (pura fachada, mas ok). E nesses meus 21 anos de vida, consegui 3 grandes amigos: Ana, André e Bruno. E não os troco por nada nesse mundo! Tá, que amigos mesmo nós temos poucos, concordo, mas tirando eles, não tenho os "colegas".

O Rodrigo se esforça muito, mas mesmo assim nós temos um passado. E queira eu ou não, esse passado é manchado de sangue. Não posso agir de forma a dar ele alguma esperança.

Há tempos conheci um homem. Bem mais velho (quando digo mais velho, quero dizer muitoooooo mais velho). Um cantor maravilhoso. Que disse que eu tinha uma voz potente e tal. Jogamos merda no ventilador várias noites. E ele sempre me dizia que não tinha segundas intenções. Até aquele ponto, se ele tivesse segundas intenções eu daria corda, seria algo impulsivo.

Mas se tem uma coisa que as pessoas deveriam saber é que não se deve criar laços comigo, não se deve inflar o meu ego, porque 1. nunca acontecerá nada entre nós e 2. quando eu descobrir que só me "jogou lá em cima" para tirar vantagem depois, o negócio vai ficar feio.

Antes do Natal, conversamos um pouco pelo telefone e foi aonde eu disse que depois de viver no inferno por tanto tempo eu criei uma espécie de portão de Brandenburgo ao meu redor: só entra quem eu racionalmente deixar. E estava muito claro para mim que quando eu disse racionalmente deixar me referia a pessoas com MENOS de 28 anos. Afinal, chega de ser anormal, né?

No aniversário do meu irmão, levei o Bruno lá. E aí deu merda... Ele não só ficou com ciúmes como com raiva de mim. Ah, e passou a me ignorar. Eu sei que sempre falo que mulheres normais odeiam ser ignoradas porque elas sentem falta do que tinha. E isso é verdade. Só que podem me chamar de mulher normal? Comigo funciona de maneira completamente contrária. Vai me ignorar? Que bom para você.

Por que as pessoas não podem ser mais humanas? Se quer se aproximar com outros interesses, joga a real. Não banque o amiguinho para depois querer o colorido.

Tudo isso para pedir ajuda. Eu sei que sou diferente do que se tem por aí, sei que posso falar sobre qualquer coisa (quando confortável), sei que sou estranha de uma forma boa. Eu tenho consciência disso. Mas o que eu faço para ter um relacionamento (qualquer tipo de relacionamento) verdadeiro? Como eu ajo para que as coisas mudem? Tô cansada de falsidade.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Again... I don't have a title

Eu realmente escrevi no post anterior que tinha até o dia 11 para ver 9 episódios de The Good Wife? Bem, porque hoje é dia 7 e eu já vi duas vezes esses mesmos 9 episódios.

Parece que a zica tá rondando a minha casa, e como a Alicia diria, "life has been playing tricks on me lately". Quase QUATRO MIL REAIS para recuperar o carro. É isso aí, people, eu que não sei dirigir e iria finalmente tirar minha carta vou ter que ajudar minha mãe a pagar porque meus irmãos são dois cuzões egoístas filhos da puta. Numa linguagem direta e que representa muito bem a realidade.

O que me acalmou na verdade foi um cover que o Sugarland fez do Brooks & Dunn, chamado Red Dirt Road. Perfeito. Cheguei a chorar na primeira vez que escutei hoje.

Mas deixando a desgraça de lado e partindo para... hum... uma desgraça aceitável, eu acreditava que estava otimizando meu tempo com o Dubrovin, mas hoje eu empaquei. O que diabos significa "natural parameter"? Sim, porque eu tenho que provar que o vetor tangente e o vetor velociadade são ortogonais se "t=l, natural parameter". What the fuck is going on there?

Porém, o tempo perdido hoje será recompensado na parte de transformações (que vou pular por sinal) porque ninguém merece estudar uma coisa que eu odeio e passei o último trimestre de 2010 estudando que nem uma retardada.

Não tenho nada mais a dizer. Acho que finalmente estou seguindo em frente com a minha "New Year's Resolution" de não falar o que irei me arrepender depois. É... mais ou menos...

Lisa Edelstein ganhou o PCA de Favorite TV Drama Actress...
"Uau, I never won an award. I'm gonna take a picture."
E da twitteira @LisaEdelstein não poderíamos esperar nada menos do que http://yfrog.com/h0610ibj

Sério, Dr. Lisa Cuddy, aka Mrs Gregory House, é doidona! Ela tirou uma foto e twittou. Tô falando que o mundo vai acabar logo...

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

And let the game begin!

2011. Vida nova!

Alguém disse vida nova? Porque para mim 2011 só significou vício novo.

Sem brincadeira, nas últimas 72 horas eu gastei 23 horas vendo The Good Wife. Ou seja, tenho até o dia 11 para tirar o meu atraso de 9 horas.

Fazendo uma análise bem mais longa do que no buzz (um acesso mais fácil e sem a bosta dos 140 caracteres do twitter), o "preconceito" que eu tinha com a Julianna Margulies foi embora. Como aqueça mulher atua, gezuiz! E como o Josh Charles é lindo. Já passou da hora da Mrs. Florrick mandar o Peter pra pqp e partir pra cima do bonitão. Trocar o maldito que a traiu com uma prostituta por um charmoso que tá apaixonadérrimo por ela, saca?

Maaas, como muita gente diria, eu tenho pé frio. Então assim como nos casos Addie & Noah (Private Practice), Addie & Alex (Grey's Anatomy), Chase & Cameron (House) e, o que mais me frustra nessa parafernalha inútil toda, Olivia & Elliot (Law & Order: SVU - 14 anos sem nada?), Will & Alicia is not gonna happen, people! Os produtores me odeiam e não vão de acordo com os meus "interesses", so let's move on (antes que fique algo descontrolado como em SVU). História engraçada essa do descontrole dos fãs de SVU no twitter (hahahahaha tadinha da Nancy), mas fica pra outro dia.

My bad, mas enquanto isso a Kalinda (Archie Panjabi) trabalha para o Peter, trabalha para o inimigo number one do Peter, o Child, trabalha para o FBI contra o Peter e o Child e é a melhor amiga da Alicia. What's going on with the producers lately?

Vejam, passei quase 1 dia inteiro (nos últimos 3) vendo uma série sem legenda com uns termos legais muito bizarros, então é mais que compreensível meus dialetos ingleses!

Diane Lockhart (Christine Baranski). Como eu amo essa mulher, lol. A mudança da Tanya (Mamma Mia!) pra Diane é de quebrar o queixo de qualquer um. Da viúva doida irritante para a advogada poderosa? Uau.

Há uns dois anos atrás, no final da segunda temporada de Private Practice, eu dizia que era a Addison. Claro que sem ser médica, sem ter o dinheiro dela e sem o ex-marido irritante chamado Derek Sheppard, aka McBoring (ou seria essa a Meredith?). Mas pelo problema de auto-estima, péssimo histórico de relacionamentos, tendência a sempre estragar tudo, dentre outros...

Daí me veio Liz Lemon e seu perfeccionismo, com problemas de auto-estima, péssimo histórico de relacionamentos, viciada em televisão, hiperativa, workaholic, para citar os principais.

Quando, bang!, comecei a ver House. Aí achei que tinha me encontrado. Perfeccionismo, sem problemas de auto-estima (mas nem formada eu sou, é difícil ser tão forte quanto o House), mais que péssimo histórico de relacionamentos, sarcástico, arrogante, hiperativo, workaholic, muito prepotente... Oh my God, atingi o fundo do poço!

Volto ao normal, será? Tá certo que não sou casada, em particular não sou casada com um states attorney corrupto e mau caráter, não tenho dois filhos (quase filhos, mas não filhos de verdade), não tenho uma sogra chata, não sou advogada, não tenho um pseudo-caso com o meu chefe... mas acredito que encontrei meu verdadeiro eu (lol). Não é na verdade o que a Alicia tem, mas como ela é. Perfeccionista, sincera, protetora, honesta, dedicada, workaholic, transparente, fechada, muitoooo fechada. Sem um problema de auto-estima, mas com problemas de auto-estima por ser perfeccionista. Cara de brava, como dizem, mas com uma característica que é letal: o calo. Pise no calo que ela fica transparente e foge para não ter que se abrir.

Podem pensar que eu estou bêbada, sei lá, mas eu estou apenas enfrentando um momento de falta de vontade de estudar. E como o meu Wilson está fora do país, eu vejo séries, fico acordada até 3 da manhã e viajo demaaaaaaaaais! Any problem with that?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Melhores do ano?

Estava andando por aí algum dia desses quando vi a lista de indicados aos prêmios que todo ano acontecem em janeiro/fevereiro. Daí decidi fazer a minha premiação (grande bosta) dos melhores do ano. Na verdade, não é bem melhores do ano e sim melhores da última temporada, que foi de set/2009 a set/2010, ou seja, pegando todas as temporadas completas das séries. Chamemos esse premio de Ghost.

Não tenho um monólogo engraçado, mas tenho nomes de atores e filmes e séries e meus favoritos. Mas daí meu bom senso teve que prevalecer porque ninguém merece uma premiação que além de fictícia é absurdamente injusta.

Dos nomes individuais, temos três atores com duas indicações: Alec Baldwin (melhor ator coadjuvante e melhor ator em série - comédia, Marion Cotillard (melhor atriz e melhor atriz coadjuvante) e Matt Damon (melhor ator coadjuvante e melhor ator coadjuvante em série - comédia).

Já nos filmes, "Inception" com 5 indicações, "Inglorious Bastards" e "The Last Station" com 3, "Nine", "Julie & Julia" e "Up In The Air" com 2.

Nas séries, "30 Rock" com 7 indicações, "Modern Family", "Friday Night Lights" com 4, "House, M.D." com 3, "Web Theraphy", "Californication", "The New Adventures of Old Christine", "Law & Order: Special Victims Unit", "Private Practice", "Criminal Minds", "The Good Wife" e "The Office" com 2.

Agora sério, esses nomes são os que eu considero os melhores em cada categoria.

**BEST SUPPORTING ACTOR IN A DRAMA SERIES**

E os indicados são:

Josh Charles, "The Good Wife";
Joshua Jackson, "Fringe";
Robert Sean Leonard, "House, M.D";
Chris Lowell, "Private Practice";
Aaron Paul, "Breaking Bad".

And the Ghost goes to... Aaron Paul, "Breaking Bad".


**BEST SUPPORTING ACTRESS IN A COMEDY SERIES**

E as indicadas são:

Jane Krakowski, "30 Rock";
Julianne Moore, "30 Rock";
Holland Taylor, "Two and a Half Men";
Sofia Vergara, "Modern Family";
Kristen Wiig, "Saturday Night Live".

And the Ghost goes to... Julianne Moore, "30 Rock".

**BEST SUPPORTING ACTOR IN A COMEDY SERIES**

E os indicados são:

Matt Damon, "30 Rock";
Jesse Tyler Ferguson, "Modern Family";
John Krasinski, "The Office";
Jack McBrayer, "30 Rock";
Eric Sonestreet, "Modern Family".

And the Ghost goes to... Eric Sonestreet, "Modern Family".

**BEST SUPPORTING ACTOR IN A MOVIE**

E os indicados são:

Alec Baldwin, "It's Complicated";
Matt Damon, "Invictus";
Woody Harrelson, "The Messenger";
Stanley Tucci, "The Lovely Bones";
Christoph Waltz, "Inglorious Bastards".

And the Ghost goes to... Christoph Waltz, "Inglorious Bastards".

**BEST SUPPORTING ACTRESS IN A DRAMA SERIES**

E as indicadas são:

Christine Baranski, "The Good Wife";
Amy Brenemman, "Private Practice";
Lisa Edelstein, "House, M.D.";
Sharon Stone, "Law & Order: Special Victims Unit";
Aimee Teegarden, "Friday Night Lights".

And the Ghost goes to... Amy Brenemman, "Private Practice".

**BEST SUPPORTING ACTRESS IN A MOVIE**

E as indicadas são:

Amy Adams, "Julie & Julia";
Marion Cotillard, "Inception";
Mo'Nique, "Precious";
Ellen Page, "Inception";
Amanda Seyfried, "Chloe".

And the Ghost goes to... Amanda Seyfried, "Chloe".

**BEST ACTRESS IN A DRAMA SERIES**

E as indicadas são:

Connie Britton, "Friday Night Lights";
Mariska Hargitay, "Law & Order: Special Victims Unit";
Julianna Margulies, "The Good Wife";
Kyra Sedgwick, "The Closer";
Kate Walsh, "Private Practice".

And the Ghost goes to... Connie Britton, "Friday Night Lights".

**BEST ACTOR IN A MOVIE**

E os indicados são:

Jeff Bridges, "Crazy Heart";
George Clooney, "Up In The Air";
Leonardo di Caprio, "Inception";
Collin Firth, "A Single Man";
Christopher Plummer, "The Last Station".

And the Ghost goes to... Jeff Bridges, "Crazy Heart".

**BEST ACTOR IN A COMEDY SERIES**

E os indicados são:

Alec Baldwin, "30 Rock";
Steve Carrell, "The Office";
David Duchovny, "Californication";
Zachary Levi, "Chuck";
Jim Parsons, "The Big Bang Theory".

And the Ghost goes to... Alec Baldwin, "30 Rock".

**BEST DIRECTOR**

E os indicados são:

Katherine Bigelow, "The Hurt Locker";
Michael Hoffman, "The Last Station";
Rob Marshall, "Nine";
Christopher Nolan "Inception";
Quentin Tarantino, "Inglorious Bastards".

And the Ghost goes to... Katherine Bigelow, "The Hurt Locker".

**BEST ACTOR IN A DRAMA SERIES**

Simon Baker, "The Mentalist";
Kyle Chandler, "Friday Night Lights";
Thomas Gibson, "Criminal Minds";
Michael C. Hall, "Dexter";
Hugh Laurie, "House, M.D.".

And the Ghost goes to... Michael C. Hall, "Dexter".

**BEST ACTRESS IN A COMEDY SERIES**

E as indicadas são:

Toni Collete, "United States of Tara";
Tina Fey, "30 Rock";
Lisa Kudrow, "Web Theraphy";
Julia Louis-Dreyfus, "The New Adventures of Old Christine";
Amy Poehler, "Parks And Recreation".

And the Ghost goes to... Lisa Kudrow, "Web Theraphy".

**BEST ACTRESS IN A MOVIE**

E as indicadas são:

Marion Cotillard, "Nine";
Helen Mirren, "The Last Station";
Carey Mulligan, "An Education";
Meryl Streep, "Julie & Julia";
Catherine Zeta-Jones, "The Rebound".

And the Ghost goes to... Helen Mirren, "The Last Station".

**BEST DRAMA SERIES**

E as indicadas são:

Criminal Minds;
Dexter;
Friday Night Lights;
House, M.D.;
The Good Wife.

And the Ghost goes to... "Friday Night Lights".

**BEST COMEDY SERIES**

E as indicadas são:

"30 Rock";
"Californication";
"Modern Family";
"Saturday Night Live";
"The New Adventures of Old Christine".

And the Ghost goes to... "30 Rock".

*BEST MOVIE**

E os indicados são:

Inception;
Inglorious Bastards;
Kick Ass;
The Hurt Locker;
Up In The Air.

And the Ghost goes to... "Inception".

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Awards, part 1

Tanta coisa aconteceu comigo nesses últimos tempos e às vezes me pergunto se mereço. Para exemplificar algumas dessas coisas, um dos meus professores me disse que sou uma aluna exemplo, todo sábado me elogiam por cantar bem, passei na prova da Escola de Idiomas e vou aprender francês (finalmente vou conseguir ver "Julie & Julia" sem legenda), dentre outros...

Esse último fato, em particular o mais recente, me fez pensar em uma frase dita por uma mulher só um pouquinho talentosa que eu odeio.

"There are some days when I myself think I'm overated... but NOT today!"

Daí procurei o vídeo disso e, como conseqüência, vi mais uns 5 ou 6. Então venho aqui postar a primeira seção de final de ano com os discursos que mais gosto dela, começando com o do Emmy Awards, em 2004, na categoria melhor atriz em minissérie por "Angels in America".



"Angels in America" é perfeito. E também o único trabalho que gosto do Al Pacino.

Agora... como alguém pode não gostar dessa mulher? Olha o discurso dela! A Halle Berry uma vez disse que a Meryl é um tesouro mundial. Jóia rara. Eu amo essa mulher de um jeito que nem sei explicar. É um modelo de simplicidade, de talento, de perseverança, de humildade para todos. "And I can sing this just as well"...

Seguindo com o Golden Globe 2007, categoria melhor atriz - comédia ou musical por "The devil wears Prada".



O que eu mais gosto desse discurso é da interação dela com o público. Ela é realmente amada por todas aquelas estrelas. E sempre são uns cinco minutos de uma mulher que nunca é entediante. "Delicious Emily Blunt. Darling Anne Hathaway. Dreadful Stanley Tucci...".

E com a menção a Stanley Tucci eu passo a algo que não é bem um award. É uma apresentação de prêmio à carreira do Stanley, um velho e bom amigo dela. Não vou comentar muito porque estraga a graça. Vejam e se divirtam com a lady.



A mulher tá bêbada, damn it! Hahahahaha. Amoooo. Ela e o Stanley juntos são muito engraçados. Não vejo a hora de "Mommy & Me" sair! E também lembro da apresentação dele no Oscar. Ahhhh, que tristeza isso ainda me dá. Estava vendo o vídeo... mas além de me recusar a ver inteiro, não vou colocar aqui. É tão triste que me sinto até mal. Maaasss... Olê-lê, olá-lá, Margareth Thatcher vem aí e o bicho vai pegar. Go Meryl!

A seguir, o Golden Globe de 2003, categoria melhor atriz coadjuvante por "Adaptation" (tenho uma paixão platônica por esse filme).



Se não me engano, depois do Oscar de melhor atriz em 1982 por "Sophie's Choice" esse foi o primeiro award dela. Podemos dizer o que disso? O filme é maravilhoso. Perfeito. Uma verdadeira obra de arte. E acredito que é a obra de arte mais recente que temos.

Já que tive a péssima lembrança do Oscar, vou terminar com a transcrição do discurso do Stanley sobre ela. É sendo a maneira perfeita de terminar o post. Eu gostaria de ser uma matemática com 1/3 do talento dela de atriz.

Meryl... what can I say? That like most people in the world I've been in love with you for years, that the two movies we did together were the highlights of my career, that you were brilliant in both of them as you are in everything that the mental of the most aclaimed film actress of our time could not be warmed with more grace and humililty. But everyone already knows that. What they don't know is your kindness, your collaborate nature, your great good humor, those things make you a dream to work with and a wonderful friend.

It is in the area of awards and accolades, however, that you show a certain, how can I say this, a certain selfishness that is unseemingly. That is why I have speer aheaded a movement in the Academy to cap the number of nominations per actor at sixteen. Which means that this could be the last time that anyone will have to stand up here and say, despite their personal feelings, that Meryl Streep is quite simply the best.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Just dance.

Não quero me alongar. E nem vou.

Mommy diz que eu estou errada em agir como estou agindo.
Nunca fui dependente e não vai ser agora que serei.

Daí, Andy, vc me pergunta a razão da minha mudança do bacharelado para a licenciatura. Terminando a licenciatura, eu fujo de mais 6 anos sempre tendo que arcar com a culpa e a responsabilidade de tudo.

Não devo voltar antes do Natal, talvez não deva escrever antes do ano novo. Então antes que me esqueça...

"Have a lousy Christmas and a crappy New Year"...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Maybe, baby...

Queria tanto gravar essa música. Acho que vou jogar a idéia pro Alex amanhã e faço backing vocal pra ele.



Every Christmas I come back to this town
I come looking through some lost and found
Wondering if you're still hanging around down here

With the holiday lights they line these streets
Where I once loved you and you once loved me
I'm sorry, it just gets to me

I wonder if I called up your house
If your momma would let you out?

Maybe, baby
I'll see you this Christmas, what do you say
Or maybe, baby
I"ll see you on New Year's Day

I remember your eyes with the snow outside
You said, "This place always looked a little better in white."
I wanna look up and see your face one more time

Feels like the clock stopped ticking the day that I left
I think of you and I still catch my breath
I'm sorry, you just get to me

I wonder if you'll be going out
There's only one party in this town

Maybe, baby
I'll see you this Christmas
I hope and pray
Or maybe, baby
I'll see you on New Year's Day

Baby, it's so strange being back here again
I keep running into all of our old friends
This whole town ringing one more year
I don't wanna let this feeling disappear
I pray that you might be her tonight
And there you were standing, shining underneath that light
Screaming at the ball on the TV counting down
Streamers and papers piling up on the ground

Baby, did you come here alone?
Are you maybe looking for someone?
To kiss you?
God, I've missed you

Maybe, baby, we didn't get Christmas
But if you stay
Or maybe, baby
We could have New Year's Day
Maybe,
Maybe, maybe

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Precisa de um título?

Não estou com muita vontade de escrever. Nem de estudar.

Abri o Dubrovin algumas horas atrás e fiquei lendo... mas sabe quando se lê e na verdade não leu nada?

Não sei o que está acontecendo comigo no momento. Estou numa fase tão zen, tão serena, que até eu mesma me estranho. Acho que sair da UFABC (férias \o/), afastar-me de tudo que vivo durante o ano me fez bem.

Não, talvez até mesmo durante o quadrimestre eu estava tranqüila. Tudo o que fiz (e não fiz) me ajudou a entender o meu problema. E, mais do que isso, ajudou-me a conseguir suportar as terças e quintas.

Hoje eu sou uma pessoa diferente. Ainda com problemas emocionais e sentimentais, mas, pela primeira vez em anos, livre. Uma pessoa capaz de se sensibilizar com o sentimento alheio e, o mais importante, capaz de amar.

Não sei a razão de ter escrito tudo isso. A intenção não era essa. Abaixo, um trecho do meu livro.

E assim, todos nós a observávamos. Não parecia a tão idolatrada Marianne Stamp. Seus olhos, que normalmente pareciam pedaços do céu, estavam sem brilho e rapidamente havia envelhecido algumas décadas. Nada daquilo me comovia e não parecia me importar se por trás daquilo havia sofrimento. Estava zangado.
Curiosamente um homem estranho se aproximou dela. Em suas mãos, um pedaço de papel. Pedir o telefone naquele momento? Coitado...
— Com licença, Miss Stamp. A senhorita poderia me dar um autógrafo?
Acredito que perplexidade descreva o momento. Todos foram nocauteados com a pergunta, inclusive a própria Marianne, que franziu as sobrancelhas e calmamente retrucou:
— E por quê?
Pressenti a destruição generalizada.
— A senhorita é uma celebridade.
— Não, não sou.
O homem apenas sorria e praticamente empurrava o papel para cima dela.
— É, talvez, a pessoa mais famosa da Inglaterra.
— Mil desculpas, senhor, mas está me confundindo com outra Stamp.
— Não estou. Marianne Stamp.
Pus-me de pé. Uma bomba atômica estava prestes a detonar o navio.
— A famosa...
— Sir, acho melhor se retirar. — disse, já bem próximo à cena.
— Thomas Felder? — continuou o homem, com um brilho ainda maior em seus olhos.
Nunca havia visto aquele ser em toda a minha vida. Um psicopata que perseguia Marianne? O que a Inglaterra estava fazendo com nossas vidas?
— Por favor, Sir — continuei —, deixe-a em paz.
Felizmente obedeceu minhas súplicas e saiu reclamando que os ídolos ignoram os fãs. Loucura? No way. Quase a descoberta do ano? Absolutely.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

I'm not gonna write you a love song!

Acho que nunca escrevi sobre o atual tema do blog.

"Word came through in a letter."

Acredito que seja o início de música mais bonito que eu já escutei. "Bluebird" é a última música do Kaleidoscope Heart, segundo (terceiro se levarmos em consideração o Careful Confessions) álbum da Sara Bareilles, e fala sobre conseguir se libertar. Não sei ao certo do que a Sara queria se libertar, mas cada um pode se libertar de coisas diferentes.

Tenho uma admiração muito grande pela Sara e meus motivos não são poucos. Além de excepcional cantora e pianista, é uma compositora muito, mas muito boa. O piano meio anos 50 é contagiante e o ritmo é grudento e bem elaborado. Não tem exageros, não tem enfeites. É simples e forte. As letras podem falar sobre a melação de sempre, mas é difícil não gostar do que ela escreve. Novamente, é simples e forte.

Minha música de agora no windows media player reflete isso:

Leave unsaid, unspoken
Eyes wide shut, unopened
You and me, always between the lines
[...]
I tell myself all the words he surely meant to say
I talk until conversation doesn't stay on
Wait for me, I'm almost ready
When he meant let go

"Between the lines" é do Little Voice.

A música do vídeo a seguir é a mais famosa, e é por ela inclusive que a Sara é chamada de One-Hit-Wonder. Foi indicada a música do ano no Grammy de 2008. "Love song" é fantástica e, para variar, o piano é grudento.


Now playing: Sara Bareilles, "Morningside" (Live at Fillmore)

I could try to forget what you do when I let you get
Through to me but then you do it over again
I could rage like fire, you bring the rain I desire
Until you get to me on my morningside


Let me down you say never, baby blues don't you ever
I'm used to being one with the misfortune to find
Afternoons run for cover and full moons just wonder
What it looks like here on my morningside

domingo, 5 de dezembro de 2010

As três músicas da minha vida

São as três músicas que me marcaram de alguma forma profunda, mas tão profunda que eu lembro só delas.

Train, "When I look to the sky".



Acho que essa música foi a última música que me marcou. E a que mais me marcou. O ano de 2007 foi difícil e essa música me deixava melhor, fazia com que as partes quebradas se juntassem. Mas levou um tempo até que o refrão não mais me fizesse chorar. "When I look to the sky, something tells me you're here with me and I can always find my way when you are here".

Roxette, "It must have been love".



A letra dessa música diz exatamente o quue eu passei a sentir depois de tudo o que aconteceu entre mim e o Gustavo. E também eu tenho uma "quedinha" por bandas suecas, né? "It must have been love, but it's over now, it was all that I wanted, now I'm living without".

Mariah Carey, "My all".



Essa é difícil de explicar. É algo meio fútil, meio irreal, sei lá. Foi quando eu aprendi a tocar essa música no piano. Eu passava os dias ou lendo Agatha Christie ou tocando piano. E essa época foi quando li "Curtain" ("Cai o pano"). Numa maneira não gay da música, ficou gravada na minha cabeça como o Hastings chorando a morte do Poirot. Ou então eu ouvi a música nas páginas onde o Poirot se mata. Sério, lembro do negócio ter sido mais estranho do que em "And then there were none" ("O caso dos dez negrinhos"). Passei alguns dias sem conseguir dormir e sempre lembrando da música.