sábado, 30 de abril de 2011

A Nightmare on Elm Street

Estamos vendo A Hora do Pesadelo... Freddy Krueger? Yeah, yeah...
Aí eu lembrei do Randy em Scream falando das regras dos filmes de terror.
Procurando no Google, achei esse link:

http://freaky_freya.tripod.com/horror_movie_rules.html

Antes de falar qualquer coisa, a saga Scream é famosa por quebras as regras. Mas qualquer outro filme, principalmente os das décadas de 70 e 80 seguem as regras.

Tem um item que fala do porão, mas eles esqueceram da segunda regra principal: NÃO SUBA AS ESCADAS (a primeira é: DON'T HAVE SEX!!!).

Em Screm 3, o Randy fala de seqüências e trilogias. Eu acho mais legal a trilogia porque as regras mudam.

I love scary movies. Don't know what life would be if they didn't exist.


Só arrumando, tem sim a segunda principal regra.
When the monster is running after you, run out the door rather than up the stairs.

Something to die for

Working for another hour tonight
Staring at the wall and let the time just pass me by
You might think you know me, but it's all just a face
Trying to ignore when people screaming my name
Screaming my name

Walking by a house with colorful lights
There's a sign, an invitation from the woman inside
Talk about your boyfriend, talk about your wife
It's just a different way of living your life

When something's right, then something is worth to die for
When I feel that something is wrong,
Then something is worth to fight for
Don't say goodbye, just leave an open door
I wanna hear you say, you give me something to die for

Searching for another reason to stay
Slowly my regrets are fading away
You leave me on my to find out what's real
You say you want your freedom, but that's not how i feel

When something's right, then something is worth to die for
When I feel that something is wrong,
Then something is worth to fight for
Don't say goodbye, just leave an open door
I wanna hear you say, you give me something to die for
When I feel that something is right
You give me something to die for

When something's right, then something is worth to die for
When I feel that something is wrong,
Then something is worth to fight for
When something's right, then something is worth to die for
When I feel that something is wrong,
Then something is worth to fight for
Don't say goodbye, just leave an open door
I wanna hear you say, you give me something to die for

I wanna hear you say, you give me something to die for
I wanna hear you say
You give me something to die for
I wanna hear you say
You give me something to die for
I wanna hear you say
You give me something to die for

 
Essa música viciante é do comecinho de Scream 4, quando a Sidney (estou lesbicamente apaixonada pela Neve Campbell no momento) chega a Woodsboro. E é perfeita, aliás. Ficou por um bom tempo na minha cabeça sem saber quem cantava, até que esses dias, após lançarem a trilha sonora do filme, descobri a banda que cantava. O ritmo é tão... viciante.

domingo, 24 de abril de 2011

Hello Sidney, welcome back!

Assistindo a Scream. Só hoje consigo ver que a trilha sonora do filme, feita pelo Marco, é fantástica.
O que faz seu coração sair pela boca não são necessariamente as cenas de terror. É a combinação susto/música. O Wes Craven combinado com o Kevin Williamson e o Marco se torna imbatível. Ele mostra que uma trama batidíssima pode sim dar um filmão.

Porque sim, me dói muito dizer que Scream 4, vulgo SCRE4M, é um filmão. Como dito em alguns posts atrás, eu tenho um senso de humor muito bom e quando um filme de terror me faz rir, não por sua mediocridade, mas pelo seu roteiro engraçado com auto-críticas, é porque tão ruim não é. O filme é engraçado porque é engraçado. E além disso, faz pensar.

Está para nascer um novo filme de terror que revolucionou, em 1996, e que revolucionará, em 2011, o gênero.

E sempre sempre sempre utilizando referências aos clássicos. Porque como Sidney Prescott diria:

DON'T FUCK WITH THE ORIGINAL!

Ah, saindo do cinema, eu e o Bruno encontramos a Alê. E aí aqueles papos de sempre começaram... Daí, o Bruno comentou sobre o medo que ele e o Murilo têm do.... hum.... aí me veio na HORA uma bela semelhança...

Marnie Cooper - Pata Vietnamita. Afinal, todo filme precisa de gente inútil.
Jenny Randall - Qualquer amiga da Pata serve.
Sidney Prescott - Obviamente é a Reb... Sério!
Rebecca Walters - Hum... é tipo uma inútil útil. Alguém importante o suficiente para morrer (ops!). Pode ser a Carol.
Dewey Riley - Alguém idiota, mas que vou mudar para alguém "inteligente". O Dewey é uma anta, mas esse aqui só pode ser o Xuxa.
Gale Weathers-Riley - Renata. Sem a "bitch"cidade da Gale, claro. Atóro a Gale.
Kirby Reed - Poderia ser eu, mas eu sou beeem mais importante que uma mera lésbica masculina, meu bem! Vou dar a Ana o prazer de ser a personagem mais legal do filme. =D
Jill Roberts - Bom, essa sou eu. Olhem mais para baixo o Charlie e levem em consideração que SPOILER ele e a Jill são os assassinos originais.
Olivia Morris - Sem muita importância na história... Van...
Deputy Judy Hicks - Alguém doida o suficiente para gostar do Dewey. Cín... fácil.
Robbie Mercer - Esse é o Bruno. Certeza que o Bruno teria coragem de andar filmando toda a sua vida.
Charlie Walker - Marc... Veja spoiler de Jill Roberts (caso não se importe com os spoilers) e tire suas próprias conclusões. hehehehe #piadasinternas
Trevor Sheldon - aquele ex da Reb...., daquela história de conversar num lugar... hahaha #piadasinternas são tudo!

sábado, 16 de abril de 2011

ABBA - OST

Será que faz sentido? Pra mim faz todo o sentido.

I must have left my house at eight because I always do
My train, I'm certain, left the station just when it was due
("The day before you came")

People everywhere
A sense of expectation hanging in the air
And here we go again, we know the start, we know the end
Masters of the scene
We've done it all before and now we're back to get some more
("Voulez-Vous")

Chiquitita tell me the truth
I'm a shoulder you can cry on
Your best friend
I'm the one you must rely on
("Chiquitita")

Every hour every minute seemed to last eternally
I was so afraid Fernando
We were young and full of life and none of us prepared to die
And I'm not ashamed to say
The roar of guns and cannons almost made me cry
("Fernando")

Don't know how to take it
Don't know where to go
My resistance running low
And every day the hold is getting tighter
And it troubles me so
("Under attack")

Knowing me, knowing you
There is nothing we can do
Knowing me, knowing you
It's the best I can do
("Knowing me, knowing you")

It's so strange when you're down
And lying on the floor
How you rise, shake your head
Get up and ask for more
Clear-headed and open-eyed with nothing left untried
Standing calmly at the crossroads no desire to run
There's no hurry any more when all is said and done
("When all is said and done")

The train back home again undoubtedly I must have
Read the evening paper then
Oh yes, I'm sure my life was well within its usual frame
The day before you came
("The day before we came")

When the night comes with the action
I just know it's time to go
Can't resist the strange attraction from that giant dynamo
Lots to take and lots to give
Time to breathe and time to live
("Summer night city")

Over in the corner I could see this other guy
He was kinda flirty, he was giving me the eye
So I took advantage of the fact that I'm a star
Shook my hair and took a casual stroll up to the bar
And as sure as hell this guy was coming up to me
He said: "Who am I? And who are you? And who are we?
What's our situation? Do we have some time for us?"
I said: "I was not exactly waiting for the bus"
He said: "If you're going somewhere can I come along?"
I said: "Keep on rocking baby 'til the night is gone"
("On and on and on")

And I've often wondered, how did it all start
Who found out that nothing can capture a heart
Like a melody can
Well, whoever it was, I'm a fan
So I say thank you for the music
For giving it to me
("Thank you for the music")

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Something...

Estava vendo minhas postagens mais antigas e me deparei com uma do dia 16 de fevereiro, onde eu digo no final:

"Só gostaria de poder explodir... esse silêncio dói demais."

Hoje eu percebo o que queria realmente dizer com isso. E também percebo que a sociedade prega que robôs devem permanecer robôs. Para sempre.

Eu entendo quando a minha mãe diz que não gosta de computador, que a internet é uma coisa ruim. Ela foi criada numa época em que nada disso existia.

Mas eu não consigo entender como hoje, com a tecnologia avançada desse jeito, as pessoas podem agir de determinadas formas...

Temos o orkut, o facebook, o twitter, o myspace... e certamente mais milhares de ferramentas que servem (ou deveriam servir) para o entretenimento. Temos páginas como essa. Páginas que, pela quantidade de blogs criados por dia, não são lidos. Páginas que todos sabem que servem como um lugar de desabafo.

Também tem aquela coisa... Eu gosto de Kate Perry? Não, então simplesmente não escuto. De que adianta sair falando horrores sobre uma coisa que não gosto? E vejam que eu sou a pessoa mais fútil desse mundo.

Sempre achei que essa minha futilidade era sinal de infantilidade. Mas recentemente descobri que isso se deve ao fato de não levar a vida tão a sério. Eu sou toda certinha, nunca fiz nada errado (NUNCA!)... mas a vida não é tão séria quanto parece.

Senso de humor é algo que me encanta. E isso é uma coisa que eu sempre tive. Eu tenho 22 anos, sou a filha mais nova. Posso ser mimada? Sim, não só posso como sou. Mas eu não sou criança. Eu tenho personalidade, tenho opiniões e como brasileira (não CHINESA, CUBANA, etc...) tenho o direito de me expressar. E principalmente de me expressar numa reflexão sobre a minha, E SOMENTE MINHA, prática. Eu reflito. Eu penso (logo existo?). E eu falo/escrevo.

Não vou ser moralista, sempre somente serei quem eu sou: uma pessoa que tem seus milhares de defeitos, mas que se esforça, que AMA o que faz, que abre mão de muitas coisas pelos outros e que luta pelo que quer. E que busca sempre o melhor no que faz.

Eu somente espero que não usem isso contra mim (novamente?). Porque eu não sei mais o que pensar... Não sei mais o que posso fazer, porque parece que estou sendo monitorada 24 horas por dia por pessoas que nunca chegaram em mim para perguntar se eu estava bem.

Apenas estou aqui, falando sobre acontecimentos da MINHA vida e fazendo reflexões que ME dizem respeito

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Bombshells WHO?

Hoje o feitiço acabou. Eu sempre fico com episódios maravilhosos na cabeça e todo ano o melhor me persegue por alguns meses. Quando eu achei que nada poderia ser melhor que Bombshells...

FOREIGN AFFAIRS! Season 2, episode 20. The Good Wife.

Juro que não consigo entender como eles conseguem fazer algo tão perfeito. O roteiro me dá goosegumps (melhor usar essa palavra mesmo). É quase como poesia. Não tem nada ali que pode ser retirado ou modificado.

Resumindo o episódio: como eu já havia adiantado no twitter, o Peter foi eleito states attorney. O que eu não sabia e sinceramente achava que os produtores machucariam os fãs com mais um "será que dá divórcio?" de final de temporada, era que a Alicia descobriria a traição do Peter com a Kalinda pelo Wiley nesse episódio.

Como a Julianna Margulies é fantástica. A expressão corporal dela, a entonação de voz quando necessário. A Archie Panjabi faz um papel perfeito. A Kalinda é muito mais misteriosa e muito mais atrativa (e muito mais talentosa) que a 13, por exemplo.

Só que esperar duas semanas para ver os 3 episódios finais vai ser de doer...

Passa logo semana, passa logo!

domingo, 3 de abril de 2011

Minha playlist

Posso cantar qualquer uma dessas músicas. Umas melhores, outras piores, mas todas. Essa é a minha playlist de karaokê:

4877 - ABBA, "Chiquitita"
9116 - ABBA, "I have a dream"
4787 - ABBA, "The winner takes it all"
4678 - Aerosmith, "Amazing"
4890 - Alicia Keys, "Falling"
4019 - Andrea Bocelli & Sandy, "Vivo por ella"
4534 - Beatles, "Let it be"
9149 - Beatles, "Oh, darling"
4770 - Beatles, "Something"
4674 - Beatles, "The long and winding road"
4657 - Bette Midler, "The rose"
4985 - Bonnie Tyler, "Total eclipse of the heart"
4713 - Bryan Adams, "Heaven"
4755 - Bryan Adams, "Please forgive me"
4602 - CCR, "Proud Mary"
4811 - Celine Dion, "All by myself"
4685 - Celine Dion, "Because you loved me"
9037 - Celine Dion, "I'm alive"
3924 - Celine Dion, "My heart will go on"
4983 - Celine Dion, "To love you more"
4723 - Celine Dion & Bee Gees, "Immortality"
4802 - Celine Dion & Clive Griffin, "When I fall in love"
4815 - Celine Dion & Luther Vandross, "The beauty and the beast"
4825 - Christina Aguilera, "I turn to you"
4974 - Dido, "Thank you"
4721 - Dionne Warwick, "I'll never love this way again"
4818 - Elton John & George Michael - "Don't let the sun go down on me"
9099 - Eagles, "Desperado"
3006 - Elis Regina, "Águas de março"
3611 - Elis Regina, "Como nossos pais"
3471 - Elis Regina, "Fascinação"
3240 - Elis Regina, "Romaria"
3733 - Emílio Santiago & Verônica Sabino, "Tudo que se quer"
9208 - Faith Hill, "Breathe"
9088 - Heart, "Alone"
4799 - Irene Cara, "What a feeling"
9261 - James Blunt, "High"
5963 - James Blunt, "Same Mistake"
9205 - Kelly Clarkson, "Because of you"
9207 - Kelly Clarkson, "Breakaway"
5875 - Leona Lewis, "Bleeding love"
5855 - Leona Lewis, "A moment like this"
4558 - Mariah Carey, "Without you"
4740 - Mariah Carey, "My all"
4668 - Mariah Carey, "Hero"
4638 - Olivia Newton-John, "Let me be there"
9034 - Olivia Newton-John, "Hopelessly devoted to you"
9269 - Ottis Redding, "Sittin' on the dock of the bay"
9001 - Peabo Bryson & Regina Belle, "A whole new world"
4937 - Queen, "Love of my life"
5904 - Reba McEntire, "For my broken heart"
4366 - Rosana, "O amor e o poder"
3480 - Rosana, "Nem um toque"
4727 - Roxette, "It must have been love"
4832 - Roxette, "Listen to your heart"
4822 - Shania Twain, "From this moment on"
9040 - The Cramberries, "Linger"
4897 - Whitney Houston, "Greatest love of all"
4526 - Whitney Houston, "I will always love you"

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Sonhos estranhos

Tenho o perfil de sonhar com coisas estranhas... já sonhei com bruxas, com dragões e até cobras falantes.
Se o sonho dessa noite tivesse sido há umas duas semanas, seria compreensível: mas não. Hoje é sexta e só vi um episódio de qualquer série essa semana.

Não lembro exatamente em que contexto se inseria mas era alguma coisa do tipo... o Cary foi ao psicólogo com a Charlotte. Ahn? O Cary é de The Good Wife, a Charlotte de Private Practice? WTH?

Aí logo depois a Kalinda (The Good Wife) estava conversando com a Cuddy (House). hahahahaha

Só faltou a Alicia (The Good Wife) ter um caso com o Stabler (SVU) pra fazer ciúmes no coach Taylor (Friday Night Lights). Alguém me interna, por favor!!!

Quero agora sonhar com tudo isso e o Mestre dos Magos ao mesmo tempo. Aí ia ficar da hora, manow!

Mudando completamente de assunto, as coisas estão estranhas há algumas semanas. Pra falar a verdade, as coisas estão estranhas há quase um ano, mas enfim...

O meu ponto é: cada um fala o que quer. Cada um faz o que quer. A partir do momento em que me sinto traída, me sinto desprezada, não venha botar a culpa em mim. Porque enquanto eu me preocupo, eu choro como a pessoa chorona que sempre fui. Quando eu passar a não chorar mais é porque nada do que você fizer vai me atingir.

Acho que no fundo eu pensava que a situação seria acertada e as coisas voltariam a ser como eram antes. Como diriam os outros filósofos (da minha sala do francês): c'est la vie, c'est la vie.

domingo, 27 de março de 2011

Top 4 - Drama

Estava vendo um episódio de uma série há alguns minutos e pensei nos quatro melhores episódios que já vi na minha vida.


Não posso dizer que foi fácil, mas não vou dizer que foi difícil. Foi apenas natural...

4. Law & Order: Special Victims Unit: 9x15 - Undercover

Ah, uma das minhas séries favoritas. Esse episódio tem conseqüências profundas nas duas próximas temporadas. Tem um episódio posterior chamado PTSD (post traumatic stress disorder) que é de arrebentar. Nesse episódio a Olivia trabalha infiltrada numa penitenciária para investigar supostos estupros que ocorrem lá dentro. Nunca consegui ver o final. É simplesmente chocante, dolorido e insuportável.

3. Early Edition: 1x14-1x15 - The Wall

Faz muito tempo que não vejo essa série. Mas muito tempo. Lembro do plot e de detalhes pequenos, mas pouca coisa dos episódios em si. Porém, me lembro muito bem desse episódio. Fala sobre a morte do Kennedy, onde o Gary Hobson (Kyle Chandler) é o principal suspeito. O episódio é bem confuso e só faz sentido no final. Perfeito

2. House: 2x24 - No Reason

Talvez o mais confuso de todos. Você embarca na loucura do House, como sempre, e vê que nada parece fazer sentido. E realmente não faz. Por quê? Essa é a pergunta que é respondida nas partes finais do episódio. Muito bem escrito, muito bem dirigido e acho que nunca vi o Hugh Laurie melhor.

1. Grey's Anatomy: 2x16-2x17 - It's The End of The World... As We Know It

O episódio da bomba. Não preciso falar mais nada. O melhor de todos sem dúvida nenhuma. Sendo da segunda temporada, é do tempo que a Kate Walsh ainda salvava o elenco e os episódios não eram dramalhões mexicanos com a insuportável Ellen Pompeo estragando o que era razoavelmente bom. A Christina Ricci era a moça com a mão na bomba e o Kyle Chandler explodiu junto com a Meredith (Ellen Pompeo). Mais épico que isso só dois disso.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Sem título

Eu não tenho o que escrever aqui...
Na verdade, eu nunca tive motivos para escrever as porcarias que eu sempre escrevo.

Mas hoje eu não tenho nem porcaria para escrever...
Eu queria ter o que fazer... melhor: queria ter vontade de fazer o que tenho que fazer. Mas paciência.

Hoje pela manhã, após 300 MB do "Ham Sandwich", a internet caiu e perdi todo o progresso do download. Legal... agora a internet da UFABC está baixando com uma altíssima velocidade de 20 kbps. Isso porque achei um arquivo x256 de 117 MB... Talvez um dia desses eu consiga ver o episódio 17 da segunda temporada de The Good Wife.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Bday gifts!

Morram de inveja e vejam o que eu ganhei de presente de aniversário:



Com episódios extendidos de TGW! \o/


Hoje é aniversário da Ana... e eu esperei por ela no Bloco A pra aula de grafos e ela não apareceu. Fail. Mas tá certa ela em ter ficado em casa. =)

terça-feira, 15 de março de 2011

Explicações

Hoje de madrugada estava conversando com o André sobre o episódio de House de ontem (relax, não é sobre isso que vim escrever) e ele veio com uma pergunta interessante que me fez refletir de lá para cá:
Por que esses dois últimos episódios te virou do avesso? Por que fica tão emotiva com eles?
Eu respondi que é a época do ano, o que é verdade, mas não sabia que era tão mais profundo que isso.
Nessa semana, devido a minha obcessão repentina, o André também afirmou que eu estava me escondendo, como sempre fiz, nas séries. Ele está certo: eu sempre me escondi nas séries. Sempre. E acho que sempre o farei.
Porém, com a pergunta dessa madrugada, vi-me forçada e refletir sobre como anda a minha vida nesse momento.

Eu estou bem. Feliz? Não, feliz não, mas estou bem. E é realmente o que importa.
Essa época do ano é muito difícil para mim (e, duh, não é por ficar mais velha). Tem muita tragédia envolvida, muita coisa que ainda me machuca muito, apesar de hoje já conseguir falar sobre.
A vida foi muito cruel com a minha família em 2007. Nós perdemos nosso pilar, nosso chão e ainda hoje é duro lidar com isso. Os laços foram desfeitos e isso nada pode mudar. A guerra entre as 5 irmãs (hoje 4) é eterna.
Quando eu comecei a mudar, a me tornar essa pessoa fria e fechada de hoje, a depressão foi me consumindo. E já disse isso algumas vezes, depressão não tem cura.
E daí você tem que buscar força onde não tem para conseguir levar a sua vida. E não espere contar com ajuda alheia, porque tudo o que eles fazem é te cobrar. Se eu culpo as pessoas depressivas que usam drogas? Não foi a minha opção, mas não.
As séries me ajudam desde então... sim, as séries não me machucam, as séries não pisam em mim... porque as pessoas sempre dão um jeito de te colocar para baixo, de jogar coisas na sua cara. As séries me ajudam a esquecer, me ajudam a viver num mundo paralelo onde nada pode atingir a minha vida.
Assim parte da afirmação do André está explicada...
Mas por que eu fiquei tão emotiva essa semana? The Huddy breakup me deixou péssima. Péssima como se tivesse sido comigo. E só hoje eu percebi que aconteceu comigo. Pelo menos duas vezes. Eu inclusive disse dois posts atrás que não foi O QUE aconteceu e sim COMO aconteceu.
Desde então eu digo que a Cuddy estava certa, com o se quisesse ME convencer de que ela estava certa. Mas na verdade, ela não estava certa. E, fazendo um flashback não tão longínquo, ela fez O MESMO que o House (com a mãe dela). Mas enfim, esse não é o foco. Quando se tem alguém que se ama em situação eminente de morte, é difícil saber como lidar com isso.
Uma semana antes da minha madrinha morrer, minha mãe queria que eu fosse visitá-la. Eu não fui. Não fui porque não conseguia lidar com a morte dela, não conseguia me imaginar tendo como última lembrança dela tubos... era como se eu tivesse que esquecer o quanto eu a amava... era como perder a pessoa mais importante da minha vida.
Eu fiquei emotiva não só pelo mês de março ser um furacão emocional para mim, mas também por me trazer lembranças...
O último me deixou mais revoltada. Porque ver que quando você se abre, se doa completamente, é como se você não pudesse mais pensar em você mesmo. E quando você faz a coisa errada pelo motivo certo, o mundo desaba. E aquela pessoa que passou a significar quase o mundo, vai embora como se estivesse devolvendo um filme na locadora. Já aconteceu muitas vezes comigo e a última, no ano passado, me fez chorar mais de 30 dias. Nunca falei sobre isso... mas talvez um dia eu consiga.

domingo, 13 de março de 2011

[Pós] Bombshells (contém spoilers)

Achei a maneira de me manter "calma"...

Ler comentários dos americanos... e tem muita gente que pensa como eu.

"She knew who he was when she went to bed with him in the first place. Flirted with him through his deepest days of addiction and rehab. What is he too much trouble now for her pampered princess self ? Shame on Cuddy and her writers."


Geez, será que o imbecil que escreveu isso ainda NÃO entendeu que a Cuddy não terminou com ele por ter tomado Vicodin? TODOS os roteiristas falaram isso.

"If Cuddy and House are finished - then so am I. I will no longer watch the show,even though I have spent so many hours/years with House, Wilson and Cuddy.I will miss them! What the writers did was a great mistake and it sickens me."

Eu concordo... Não digo que acabou para mim porque tenho que cumprir a minha promessa e terminar de ver a sétima temporada. Mas nunca mais. Primeiro, eu preciso de melação nas séries, porque eu já tenho a minha vida péssima. Segundo, vai voltar a ser o mesmo de sempre. House, Wilson, porrada na Cuddy e Vicodin cansou. Se acabou o assunto, termina de vez!

"I was sad that House and Cuddy broke up, but that is not why I disliked the episode so much. I got hooked to House during season 1, and have watched every episode since. In the beginning, it was awesome. Bizarre illnesses, mysteries, ethical dilemmas, and awesome close up shots of anatomy and things going wrong. The characters developed slowly as background stories, not as the focus. Now it is like watching a soap opera. We barely see the patients, its more of a "dude is sick, there are a few things that could be wrong with him, oh look, its this" while focusing on the Drs relationships and how they are all crumbling.


I am also sick of all these "fake" episodes. Hallucinations, flash backs, dreams. Thats not what "House M.D." used to be about. I really believe that if they kept the old formula, the show could last over 10 seasons. The way its going now, I won't be surprised if it doesn't show up again in the Fall."

Gente, o show se chama House ou ER? É sobre o House, damn it, e não sobre os casos! Tem que dar mais foco ao House e não aos casos! E sobre as alucinações, flashbacks e coisas do tipo, deixa a série dinâmica. Adoro.

"Sara said: "A major theme on the show is that people don't change. "

The thing is, people do change. And watching characters grow is a great deal of the attraction for stories. Change doesn't occur all at once. And there are a lot of setbacks. But people do change. Too bad the scriptwriters don't.Writers should have been brave enough to change, people will get tired of "the usual sad-on vicodin House".

I'm Very sure there are other things I can be doing with my Monday nights. What an incredible disappointment!!!!!!!!!"

Perfeito, colega, simplesmente perfeito!

"Dear writers of “House”- EPIC FAIL!!!! If you don't have an audience (a.k.a the “fans”), you don't think you need to listen to, Huddy fans or non-Huddy fans, you don't have a show. Shows need an audience for it to continue. If you continue on this way, you will lose your show. Many of us feel that you are ruining “House”. Your writing does need our imput—more than you want to admit. Well too bad. Those will be your famous last words if the show has to cancel due to ratings falling. You might have great ideas, but your execution is terrible. Fans are leaving left and right. I am teetering on the fence, along with my mother. We have felt tortured by all the acts of attempted suicide by House himself. You may think that your “artistic juices” are clever, and many may be, but in this case you are failing miserably. Think about it- House needs to be a part of the show. It was named after him after all. And as for Cuddy, stop creating her character as a pansy woman. She is the Dean of Medicine for goodness sake. She is independent, now a mother of her adopted daughter Rachel. And most of all, she loves House. Regardless of his addiction. He may relapse here or there, but she is a doctor herself. Love conquers all. And he loves her, and Rachel, as you have depicted. Fans like those episodes. Don't take us back to square one, episode one. We are so ever that."

Não tenho certeza se concordo... De novo, ela só terminou com ela por ele não estar com ela quando ela precisou. Não é por causa do Vicodin, for God's sake! Mas que a maioria não aguenta mais ver só desgraça na vida do House, ah isso é!

"Cuddy's decision doesn't make sense on the surface, if you only take the situation between House and Cuddy. But the decision makes perfect sense for a mother. Love can make everything happen, but for mothers, romantic love isn't everything and can be sacrificed for their children. All Cuddy's trying to do is to protect Rachel from an addict."

Putaqueopariu! Em que planeta essa gente mora? Que episódios eles estão vendo? Quanta gente estúpida nesse mundo!

"Honestly: Who are you guys kidding? You will watch the show again. We all will."

Quase fato.

"The plot twist isn't a "reset" at all. We do not know what is coming next. Maybe this isn't the end of the "huddy"-storyline and just a major setback? What did you want? Eternal Happiness and Cheesecake for everyone? In my modest opinion exactly that would have been the killer for the show.

To make it short: Just have a little trust in the writers. The evolution of many characters in this show is brilliant. (Take Masters as an Example. Or 13) This show will always be good for a shocking twist and it is one of its strenghts."

De novo, não tenho certeza se concordo... principalmente com a primeira parte. Eu tenho quase certeza de que a Cuddy está grávida, voltando o relacionamento ou não. Mas... Vicodin, sarcasmo, egoísmo, HELLO! OLD! Next...

"It's hard to believe that a great show like "House" could actually "jump the shark", but it has. Unfortunately, it happened years ago. All the writers had to do was stay true to the premise of the show from the beginning... a crabby, middle-aged, pain-ridden doctor, who is good at diagnosing strange illnesses. (Personally, I don't think there was even a need to make him a drug addict. Here's a concept... he was crabby, because he was in pain and wasn't taking drugs. However, too late now).

Instead, the writers had to go off into the personal live of the characters. Who cares? I don't. I didn't start watching this show to see how many drugs House took today, or who he was "dating"... however it is why I stopped watching."

Porra! A série se chama House e não ER! Pela nonagésima vez! Esse último comentário é especial e vou até dar negrito em algumas partes..

"I thought the show was brilliantly written however, I was starting to really enjoy the show since House was getting happy. I am very unhappy that he is back on drugs again. Having some painful situations in my own family it is not great to see House not being able to win against his own addiction. Nor is this a good thing for people struggling with addiction to see House not being able to win with this problem. If the show is going down this addiction path again I will have to find another way of amusing myself. I don't want to watch a show about a person who cannot win against drug addiction. I wanted to watch a show about a quick witted doctor. I liked the humor in the show. I don't need more sorrow. Hope this changes soon."

Finalmente alguém que me entende!!!!
 
Segunda está quase aí! Contagem regressiva!

sexta-feira, 11 de março de 2011

7x15 - Bombshells

Eu estou destruída. De todos os episódios de todas as séries que eu já vi na minha vida (e não foram poucos), esse é o primeiro que me deixou desse jeito.


Mais do que ver a Alicia se ***** em todos os episódios de The Good Wife (a melhor série ever, na minha opinião), mais do que dizer adeus a Friends depois de 10 anos, mais do que ver a Meredith explodir em Grey's Anatomy.

Eu fiquei de boca aberta o episódio inteiro (e quase expulsei a Cecília da sala quando ela entrou pra dar aula) e no final eu chorei (duh, claro que isso é óbvio).

Só não sei como esperar até segunda/terça. I swear I did not see it coming... Uma coisa é acontecer por acontecer. Outra é do jeito que aconteceu. Uau. E o vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=9Ai_JLJMSmU   -- PODE CONTER SPOILERS) faz ainda mais sentido. Incrível.

A Ana ontem à noite me disse que duas coisas aconteceram. Eu discordo. Uma só aconteceu, porque as "duas coisas" andam de mãos dadas. Um fato é dependente do outro.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Simplex?

Como eu sei que vou precisar disso posteriormente no curso e não tenho o matlab instalado em casa (e nem vou instalar)...

function [x] = simplex(c,A,b)



c=c(:);
b=b(:);

[n m] = size(A);
T=zeros(n+1,m+1);
T(1:n,1:m)=A;
T(1:n,m+1) = b;
T(n+1,1:m)=c';

while ( min(T(n+1,1:m))<0 )
   [a q] = min( T(n+1,1:m) );
   ind = [];
   for i=1:n
      if(T(i,q)>0)
         ind=[ind;i];
      end
   end

   if (isempty(ind))
      break;
   end


   [raio p]=min(T(ind,m+1)./T(ind,q));
   p=ind(p);

   for i=1:n+1
      for j=1:m+1
          if (i~=p)
             T(i,1:m+1)= T(i,1:m+1)-(T(i,q)/T(p,q))*T(p,1:m+1);
          else
             T(p,1:m+1)= T(p,1:m+1)/T(p,q);
          end
      end
      T(i,:)
   end
end

T